Youtube lança ferramenta para concorrer com TikTok e reels

O gigante Youtube entrou na disputa dos vídeos curtos e facilmente editáveis. Trata-se da ferramenta Shorts, que surgiu primeiro na Índia, agora está liberada nos Estados Unidos, e que vai competir diretamente com o TikTok e com o reels, do Instagram. Com algumas diferenças para as concorrentes, o Shorts promete revolucionar a plataforma de vídeos, inclusive monetizando os criadores de conteúdo.

 

CEO de um dos maiores canais do Youtube, André Fellipe, do Anima Gospel, com mais de 1 milhão de seguidores inscritos, acredita que a ferramenta vai ajudar a divulgar mais os conteúdos já produzidos na rede social, além de dar visibilidade para canais menores.

“A ferramenta vai possibilitar que áudios de vídeos já produzidos sejam replicados em um novo conteúdo, ou seja, o usuário vai não só criar algo inédito, mas vai replicar um conteúdo que já está na rede”, afirma o animador.

 

Nesse caso, que é um dos diferenciais do Shorts, é que os usuários poderão criar um vídeo com o som clicando no botão “criar”, que vai direcionar para uma página de áudios em que os usuários podem encontrar algum som  disponível no Youtube para inserir no vídeo.

 

Outro detalhe é que no Shorts os vídeos terão no máximo 15 segundos e poderão ser feitos facilmente pelos smartphones, como as concorrentes.

 

“Por ser uma novidade, a questão da monetização desses vídeos ainda é um mistério. Nos conteúdos habituais do Youtube, os anúncios têm 10, 20 segundos, e nesse novo formato não será possível. Acredito que mais novidades estão a caminho”, comenta.

 

O Youtube não informou quando a ferramenta vai estar disponível no Brasil.

 

Sobre o Anima Gospel

 

No Anima Gospel, criado em 2015, a equipe faz animações diárias de leituras de versículos, salmos e outras passagens bíblicas, de forma lúdica, criativa e moderna. Os vídeos, que são produzidos por uma equipe com profissionais de animação, legendagem, edição e locução, já alcançaram cristãos de outros países, como Estados Unidos, Angola, Moçambique e Portugal (veja mais aqui).

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