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Vereadores sabatinam diretor do DAE; entenda falta dágua

Os vereadores de Americana receberam, nesta quinta-feira, o diretor do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Carlos Zappia, para falar – mais uma vez – da falta d’água na cidade. Zappia foi “sabatinado” pelos parlamentares por 2 horas e 20 minutos.

Zappia pontuou basicamente 4 pontos que interferem de forma mais agressiva na falta d’água nas torneiras dos americanenses.

NOVA CAPTAÇÃO. Zappia afirmou que um dos maiores problemas da cidade hoje é a necessidade de uma nova captação de água. A obra já foi iniciada no governo Omar Najar (MDB), mas não foi entregue – o que era pra ter acontecido no final de 2020. A empresa responsável pela obra entrou em recuperação judicial no meio da execução, o que paralisou a obra. Agora, o andamento da obra já foi retomado, mas ainda não há um prazo de entrega, porém o problema deve ser resolvido ainda no primeiro semestre.

TROCA DAS REDES. Argumento sempre muito utilizado pelo departamento, a troca da rede da cidade é um dos grandes problemas da falta d’água pela idade do material. Atualmente a necessidade é a troca de 400km de rede na cidade. A troca será feita gradualmente, segundo Zappia. O diretor do DAE afirmou que financiamentos já estão sendo cotados para o início da troca, que deve começar pelos 19km do Bairro São Vito.

CHUVAS FORTES. Zappia ainda afirmou que as recentes chuvas fortes vêm trazendo dificuldades no trabalho, isso porque a atual captação fica na curva do Rio e com as chuvas fortes, o local precisa constantemente de limpeza, o que exige a paralização da captação.

CALOR. Mais uma vez Zappia ressaltou que o calor extremo aumenta consideravelmente o consumo na cidade, o que interfere diretamente na falta d’água.

Questionado sobre metas, prazos e orçamento, Zappia afirmou que o problema maior atual é o tempo.

“Meta nós temos, nós não temos como estipular um prazo. No 2º semestre vai estar melhor. Em alguns dias a nova captação será entregue” afirmou.

“Não é valor, é tempo. O tempo que a população quer e precisa não é o mesmo tempo que podemos executar”, encerrou o diretor da autarquia.

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