Ver Para Aprender: projeto continua em escolas

Através de parceria das Secretarias Municipais de Educação e Saúde com o Fundo Social de Solidariedade e a empresa ??tica Diniz, a Prefeitura de Nova Odessa está dando continuidade ao projeto “Ver e Ouvir Para Aprender”. Nesta quinta-feira (14) foram realizados exames de acuidade visual em 40 alunos do Ensino Fundamental da EMEF (Escola Municipal de Ensino Infantil) ‘Haldrey Michele Bueno’.

A nova etapa abrange 650 estudantes das 22 salas dos primeiros anos do Ensino Fundamental. O objetivo do projeto é realizar testes de acuidade visual e auditiva em alunos da Rede Municipal de Ensino, para identificar possíveis problemas e tratar de imediato, evitando assim que elas tenham dificuldades no aprendizado escolar e na vida pessoal.
A pedagoga e coordenadora do projeto, Andréia Saia, realiza o exame visual. O pré-diagnóstico é relatado no caderno de anotações dos alunos para os pais, informando da dificuldade na visão das crianças. Em seguida, é agendada consulta com oftalmologista da Rede Municipal de Saúde, para confirmar a existência do problema ainda em estágio inicial.
Pela parceria, os pais recebem gratuitamente a armação de óculos da ??tica Diniz, assim como uma lista com todas as óticas da cidade, para que providenciem as lentes onde quiserem. “?? importante prevenir eventuais dificuldades de aprendizagem e no comportamento das crianças, através do diagnóstico antecipado de problemas na visão”, destaca Rosimar Paschoalin Antonio, diretora de Ensino Fundamental.
A primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Andréa Souza, é a idealizadora do projeto. Ela teve o conceito após saber da história de uma mãe que descobriu, por acaso, que a filha de seis anos tinha 7 graus de hipermetropia em um olho e 4,5 de astigmatismo em outro. Para ela, o fato evidencia a necessidade de identificar precocemente o problema, para corrigir e controlar o mesmo.
“?? um trabalho multidisciplinar e que, com a parceria da ??tica Diniz, está trazendo mais qualidade de vida a essas crianças”, ressalta Andréa Souza. “Muitas vezes é um problema que passa despercebido por pais e professores. Assim, proporcionamos benefícios e essas crianças, que aprendem melhor nas escolas e também em casa”, completa.

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