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Vendas do comércio tiveram alta em julho na RMC

De acordo com os dados de julho de 2021 da Boa Vista – SCPC , avaliados em função do faturamento pela Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC), o comércio da Região Metropolitana a de Campinas (RMC) apresentou uma elevação de 12,65% em relação a junho e de 8,7% na comparação com julho de 2020. “A partir de maio de 2021, quando teve início a ampliação do horário de funcionamento das atividades não essenciais no comércio varejista, os volumes de vendas começaram a crescer no comparativo com 2020, registrando crescimento de 1,75% em maio, 6,1% em junho e 8,7% em julho”, compara o economista Laerte Martins, diretor da ACIC. No acumulado do ano (janeiro a julho de 2021), a perda do comércio varejista de Campinas e Região foi R$ 79,3 milhões.

Nas vendas físicas, o faturamento do comércio de Campinas, em julho de 2021, foi de R$ 1,040 bilhão, representando cerca de 108,7% do faturado em julho de 2020. Já na RMC, o faturamento foi de R$ 2,507 bilhões, representando 108,7% do registrado em julho de 2020.

Nas vendas de bens não duráveis, os principais resultados positivos em julho de 2021 foram registrados nos segmentos de Supermercados (12,5%), Postos de combustíveis (9,85%) e Drogarias e Farmácias (6,5%). Nas vendas de bens duráveis, Materiais de Construção continuou em alta (5,25%) e o setor de Vestuário surpreendeu com aumento de 1,2% na comercialização de produtos. No setores de Serviços, Turismo e Transportes, houve redução de 2,5% nas vendas, mas, ao contrário do que vinha acontecendo, Bares e Restaurantes tiveram aumento de 1,2%, também em julho de 2021.

 

As vendas digitais do comércio varejista seguiram em elevação, com 22,6%, passando de R$ 101,1 milhões, em junho, para R$ 123,9 milhões, em julho de 2021. No entanto, a inadimplência também cresceu. No comparativo entre julho de 2021 X julho de 2020, o aumento da inadimplência é de 4,13% em Campinas, contabilizando 162.594 carnês/boletos não pagos. O endividamento dos consumidores da cidade somam R$ 117,1 milhões no período avaliado.

 

 

Na RMC, são 387.129 carnês/boletos não pagos entre julho de 2020 e julho de 2021, correspondendo a R$ 278,7 milhões em valores de endividados. “Para o segundo semestre, acredito em uma recuperação na economia diante da expectativa de vacinação de 80% da população até outubro de 2021, e em um final de ano com o comércio bem mais aquecido”, diz o economista.

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