Velório de Nova Odessa é reformado, mas caixões não passam na porta

As obras de reforma e ampliação do Velório Municipal de Nova Odessa foram concluídas, mas apresentam um ‘probleminha’: a porta foi dimensionada de maneira equivocada e os caixões com corpos dos velados não passam pelo local. A situação foi admitida pelo prefeito Cláudio Schooder-Leitinho (PSD), que afirmou ser necessária uma adequação.

 

Em entrevista à TV WA Notícias na manhã desta sexta-feira (19), Leitinho disse que tem sido cobrado por munícipes a respeito do retorno do funcionamento normalizado do velório, cuja atividade está provisoriamente ocorrendo em imóvel alugado pelo município nas proximidades. O prefeito citou que esse e outros problemas são herdados da gestão anterior.

 

As obras foram iniciadas em meados de 2019 e receberam investimentos de R$ 315,5 mil – R$ 300 mil de emenda do deputado estadual Cauê Macris (PSDB) e R$ 15,5 mil de contrapartida da Prefeitura. A empresa Vênus Engenharia foi a vencedora da licitação e os trabalhos sofreram atrasos, por dificuldades em locar um imóvel para abrigar a atividade durante a obra.

 

Segundo Leitinho, as obras foram concluídas e precisarão de reparo antes da reabertura do local. “O velório já está totalmente reformado. Mas a engenharia (da Prefeitura) constatou que a porta não está com a metragem certa. Não consegue entrar e sair com o caixão”, revela. “Vai ter que quebrar tudo. Bombeiros foram no local e não deram aval”, acrescenta.

 

As benfeitorias previstas na obra incluíram duas novas salas, totalizando quatro espaços para os cidadãos velarem os entes queridos, com banheiros adaptados. Também teve melhorias na copa, berçário e sala de descanso, incluindo o hall de entrada. Foi trocada a rede elétrica, adaptada a jardinagem e instalado ar condicionado, para dar mais comodidade.

 

O prefeito afirmou ainda que o Cemitério Municipal tem pouco espaço para ampliações. “São poucos os lugares que temos para enterrar as pessoas que acabam falecendo”, aponta Leitinho, que cita a procura por nova área. “Mas está difícil e talvez teremos de fazer uma parceria público-privada. Empresário instalar no município e fazer um cemitério vertical”, conclui.

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