Leitinho, Dalben e Piovezan na diretoria do Consimares

O Consórcio Consimares (Consórcio Intermunicipal de Manejo de Resíduos Sólidos da Região Metropolitana de Campinas) comemorou nesta sexta-feira (22/01) 12 anos de fundação, data celebrada na primeira reunião ordinária da entidade ocorrida no Centro Administrativo de Nova Veneza, em Sumaré.

Durante o clima de celebração, houve eleição da presidência para o biênio 2021/2022, que será presidido pelo prefeito de Elias Fausto, Maurício Baroni. A mesa diretora ainda é composta pelo prefeito de Sumaré, Luiz Dalben (vice-presidente), prefeito de Santa Bárbara d´Oeste, Rafael Piovezan (secretário geral), prefeito Leitinho Schooder  (secretário adjunto), prefeito de Capivari, Vitor Hugo Riccomini (tesoureiro) e o prefeito de Monte Mor, Edivaldo Brischi (tesoureiro adjunto).

O Consimares é formado pelos municípios de Elias Fausto, Capivari, Hortolândia, Monte Mor, Nova Odessa, Santa Bárbara d’Oeste e Sumaré e foi criado em 22 de janeiro de 2009 tendo como principal objetivo compatibilizar uma gestão integrada dos resíduos sólidos urbanos.

De acordo com o superintendente do Consórcio, Valdemir Ravagnani (Mimo), por meio do Consimares, são realizados diversos estudos com relação aos resíduos sólidos (orgânicos e inorgânicos) que são gerados pelos municípios. Um dos temas abordados é com relação a identificação das fragilidades e potencialidades do sistema de limpeza urbana, coleta e de reciclagem dos municípios e como tudo isso pode ser realizado de forma sustentável inclusive, com a destinação de rejeitos de resíduos sólidos. “Neste ano temos um importante desafio a ser superado, que é o enquadramento dos municípios na Lei Federal 14.026, de 15 de maio de 2020, que estabelece o novo Marco Legal de Saneamento, onde estabelece a implantação de mecanismos de cobrança pela coleta e destinação dos resíduos domiciliares”, explicou Ravagnani.

Outro tema importante mencionado pelo superintendente foi em relação ao projeto de revisão do Plano Intermunicipal de Manejo dos Resíduos Sólidos. “A revisão tem que ser realizada e, para isso, estamos trabalhando com a possibilidade de conquistar um recurso junto a Funasa (Fundação Nacional de Saúde). Caso não for possível faremos a revisão com a colaboração de técnicos das secretarias municipais de meio ambiente, que deverão ser indicados pelos prefeitos. De um modo, ou de outro, a revisão será realizada”, finalizou Ravagnani.

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