Trabalho formal bate recorde

do Uol – Dados do IBGE revelam que mesmo com o encolhimento da indústria e o crescimento lendo da economia em geral, muitos assalariados continuam empregados e ainda ganharam mais oportunidades de ter carteira assinada.
Em janeiro, os empregados vinculados à CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) eram nada menos que 54,5% do total de pessoas ocupadas, nível mais alto desde que o IBGE começou a fazer essa pesquisa, em março de 2002. Naquela época, a taxa era de 46%.
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Já o emprego informal, inversamente, está no menor patamar da série histórica. O número de trabalhadores do setor privado sem carteira corresponde a 15,2% do total de ocupados, proporção que teve uma leve queda em 2012, o ano em que o PIB do país cresceu cerca de 1%, segundo estimativas de analistas. 
Pode parecer que o IBGE e o Ministério do Trabalho estão se contradizendo um ao outro, pois o segundo apontou que o mês de janeiro de 2013 foi o pior dos últimos quatro anos. O caso é que foi o pior no sentido de que houve um aumento menor (e não redução) do número de empregos formais.

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