Surto de sarampo incentiva adaptações em laboratórios

Diante do epidemia de sarampo em Campinas e na Região Metropolitana, o Laboratório Franceschi ??? Medicina Diagnóstica, que tem nove unidades entre Campinas, Jaguariúna, Paulínia e Sumaré, criou protocolos de segurança para contribuir com a contenção da transmissão da doença. Treinamento dos colaboradores, distribuição de folhetos informativos, sondagem aos clientes sobre possíveis sintomas do sarampo, entrega de máscaras, entre outras precauções buscam proteger potenciais infectados, suas famílias, outros pacientes e à própria equipe.

A Vigilância Sanitária divulgou ontem (12/09) um novo boletim epidemiológico com a atualização da situação do sarampo em Campinas. A cidade registrou 54 casos confirmados desde julho. De acordo com o órgão, aumentou em 45,9% o número de resultados positivos para o vírus em uma semana, já que em 5 de setembro constavam 37 confirmações.

A médica infectologista do Laboratório Franceschi, Maria José Kassab, salienta que um portador pode transmitir o sarampo para mais 16 pessoas quando estão num mesmo ambiente. Além disso, o vírus fica no ar por até 2 horas depois que a pessoa infectada passou por ali, necessitando desinfetação dos móveis e objetivos com os quais ela teve contato.

Logo na entrada das unidades Franceschi, os clientes recebem orientações por escrito sobre o sarampo e são questionados individualmente sobre as sensações inerentes à doença, como febre alta, corizas ou outra alteração respiratória, tosse, conjuntivite, dores no corpo e vermelhidão da pele. Quem afirmar estar com algum destes sintomas, receberá uma máscara para colocar imediatamente e o seu atendimento será priorizado.

“Havendo a suspeita, os colaboradores que procederem com os exames estarão equipados com Equipamento de Proteção Individual (EPI), que são avental, luvas e máscaras para se protegerem de eventual contaminação”, observa a especialista. A especialista afirma ainda que o ambiente passará por limpeza em seguida ao atendimento do possível portador.

De acordo com o Dr. Gabriel Franceschi Marchiori, também da equipe do laboratório, outra iniciativa de proteção aos colaboradores do laboratório foi a recolha das carteiras de vacinação de cada um e o encaminhamento para a vacina daqueles que não estiverem em dia com a dosagem, que varia conforme a faixa etária.

Segundo o Dr. Marcos Antonio Tambascia, da equipe médica do Franceshi, a medida mais importante para conter a cadeia de transmissão da doença é o afastamento do portador do vírus do meio social e a vacinação dos parentes e pessoas de sua convivência para inibir novas ocorrências.

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