Sulamericano: AM ainda não sabe se vai

 A ADCF Unimed, gestora do time adulto de basquete feminino de Americana, comunica o recebimento do Ofício/SG nº 287/2014 (anexo), assinado pelo Presidente da Confederação Brasileira de Basquete, Sr. Carlos Nunes, em resposta do Ofício enviado pela ADCF em 22 de abril, sobre o Campeonato Sul Americano Feminino de Clubes.
Em resposta, a ADCF aponta:
Pontos interessantes do Ofício da CBB???A ABASU não tem Regulamento específico para o Campeonato Sul Americano Feminino de Clubes com definição de seus participantes???. 
???A pretensão dessa Associação de ser incluída no Campeonato em questão foi submetida à apreciação da ABASU, por solicitação da Liga Feminina de Basquete, até o momento não recebemos resposta???.
Em virtude da nota emitida pela Confederação Brasileira de Basquete, a ADCF faz os questionamentos:
1) Por que a CBB desta vez informa que a Liga de Basquete Feminino solicitou a inclusão de Americana? Por que a CBB não aguardou o fim do Campeonato para fazer a indicação, antes de indicar a equipe do Sport Recife para o Sul Americano? Por que a CBB indicou a equipe e não a Liga de Basquete Feminino?
2) Por que outros Países, como o Peru, estão aguardando o final de sua Liga Nacional para indicar o campeão para o Sul Americano, enquanto que a CBB, prematuramente, indicou antes de acabar o campeonato?
3) Por que a CBB, enquanto representante maior da modalidade de basquete no Brasil, ao invés de hora ???jogar??? a responsabilidade para a ABASU e hora para a Liga de Basquete Feminino, não assume uma postura, no mínimo coerente e profissional, assumindo o erro pela indicação ???equivocada??? que fez e se propõe a resolver este impasse? 

???Não somente a equipe de Americana, mas com certeza grande parte dos admiradores do basquete, estão revoltados com a postura descomprometida da maior entidade do basquete brasileiro, a cada dia que passa.
Depois que tudo o que já foi veiculado, quando esperamos por uma solução que deveria partir desta entidade, mais uma vez, recebemos um Ofício completamente desmotivador para quem está disposto a desenvolver um modalidade que, as duras penas, luta para se manter de pé, mesmo com este perfil da maior entidade do basquete nacional.
A equipe de Americana, através do seu clube gestor, ADCF Unimed, comunica que aguarda ainda hoje, 29/04, uma posição final por parte da ABASU informando a participação ou não deste clube no Sul Americano de Clubes no Equador em 2014, ainda acreditando que ???fazer??? basquete feminino no Brasil vale a pena. Também deixamos uma questão para que possamos refletir:
Mediante a um cenário onde não existem regras claras no basquete nacional e Sul Americano, qual o motivo para que patrocinadores invistam no basquete feminino brasileiro????

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