Seis anos de Omar. O que mudou em Americana

Depois de seis anos, Omar Najar (MDB) deixa a prefeitura de Americana e o NM analisa suas principais marcas, acertos, erros e momentos de tensão. O governo teve bom tanto de trocas de secretariado mesmo sem ter nenhuma reforma administrativa. Nem a reeleição em 2016 trouxe mudanças bruscas na administração. Nessa primeira parte a análise vai ser em torno das tensões e falhas do governo.

AS TENSÕES- O momento de maior tensão foi o da prisão dos secretários de governo e negócios jurídicos em 2019. Hoje os dois estão soltos, mas só um seguiu no governo.

A MÃO PESADA- A relação com os servidores públicos foi o ponto que poderia ter sido melhor, mas Omar entendia que havia muita ‘parceria’ entre o governo anterior (Diego De Nadai) e o sindicato e parte da elite dos servidores. A relação nunca foi boa e terminou como havia começado. Outro ponto de tensão do governo foi o da falta de professoras e profissionais em creches. O quadro da educação melhorou depois de 2018 quando Evelene Ponce passou a fazer a gestão da pasta.

COMUNICAÇÃO DURA– O prefeito manteve seu estilo responsivo, de não gastar e não alisar, o que criou algum mal estar com parte da imprensa. Se valeu da fama anterior (empresário bem sucedido) e do fato de ser prefeito para tocar o governo com baixo ou quase nulo investimento em mídia.

 

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