Sardelli nomeado vice-presidente regional da FPF

O deputado Chico Sardelli participou terça-feira da reunião mensal de diretoria da Federação Paulista de Futebol. A convite do presidente Reinaldo Carneiro Bastos, Sardelli assumiu novamente o cargo de vice-presidente regional. A nomeação aconteceu em 19 de maio, conforme resolução da Presidência nº 120/2016.
Sardelli foi presidente do Rio Branco Esporte Clube, de Americana, no período de 1989 a 1991, quando conquistou o acesso à 1ª Divisão. Também foram nomeados Fernando Enes Solleiro, vice-presidente executivo, Osvaldo Nico Gonçalves, vice-presidente, os vice-presidentes regionais Guilherme Campos Júnior e Laerte Alves Júnior, o diretor Marcos Velo Barros, entre outras funções.
Torcidas ??? Sardelli participou quarta-feira de audiência pública realizada na Assembleia Legislativa que teve como tema a questão “Torcida única é bom para o futebol?”. No evento foram ouvidos especialistas em Segurança Pública, Direito, Comunicações, e representantes dos clubes e das federações, para estudar a convivência pacífica, no mesmo estádio de futebol, de torcidas rivais quando seus times se confrontam.
O histórico desses confrontos, quando realizados com a presença das duas torcidas, tem demonstrado que a violência aumenta muito nessas ocasiões, resultando em depredações, ferimentos de policiais e torcedores e, até, de terceiros que têm a má sorte de se encontrar na marcha dos desordeiros. Não raras são as ocorrências de mortes nessas ocasiões, principalmente em brigas organizadas via internet e marcadas para o caminho dos ônibus dos adversários.

Sardelli falou sobre projeto de lei de sua autoria, apresentado em 2009, que autoriza o Executivo a limitar ou a vedar o acesso aos locais de realização de partidas de futebol de torcedores ou de simpatizantes da equipe visitante envolvida na partida. Ele é favorável à torcida única como medida para diminuir os casos de violência.
Durante a audiência foram apresentados dados que mostram que, com a adoção de torcida única, as ocorrências de brigas em estádio têm diminuído. O mesmo não ocorre, entretanto, nas ruas.  Os participantes destacaram que é preciso um aprofundamento na discussão para que os avanços sejam obtidos e as torcidas voltem a se tolerar sem brigas.

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