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Santa Bárbara reduz 65% dos casos de dengue

A Prefeitura de Santa Bárbara d’Oeste segue de forma ininterrupta com as ações de combate ao Aedes aegypti – mosquito transmissor da dengue, zika vírus, chikungunya e febre amarela urbana. Devido às ações das equipes, o número de casos de dengue caiu 65% em 2021 – em comparação com o mesmo período do ano passado. Apesar de ser esperada uma redução dos casos de dengue nos meses mais frios, as ações seguem ininterruptas na cidade.

Somente neste mês as equipes de visitas de rotina casa-a-casa realizaram vistorias e orientações nos bairros Distrito Industrial, São Francisco II, Jardim Santa Rita, Jardim Eldorado e Estrada do Barreirinho. As equipes de nebulização trabalham em quadras dos bairros Vila Borges, Jardim São Francisco, Jardim Santa Inês, Jardim Rosemary e Jardim Eldorado.

Neste mês também teve início a Avaliação de Densidade Larvária para estimar o Índice de Breteau em imóveis sorteados em toda a área urbana do município. Serão visitados aproximadamente 3,5 mil imóveis no total. Equipes visitam nesta semana imóveis da Vila Aparecida, Jardim Santa Rita, Jardim São Francisco, Parque Rochelle, Conjunto Roberto Romano e Laudissi.

Durante as visitas, os moradores são orientados quanto aos cuidados necessários para impedir a proliferação de mosquitos. O ponto central desta orientação é a eliminação de possíveis criadouros – qualquer recipiente ou estrutura que possa acumular água e serve de abrigo para o desenvolvimento das larvas do Aedes aegypti.

Os principais criadouros encontrados na cidade são: tambores de armazenamento de água sem proteção adequada (tela ou tampa), baldes, caixas d’água destampadas, pneus, vasos de planta na água, prato pingadeira, calhas entupidas ou desniveladas, entre outros objetos que ficam expostos à chuva.

As áreas onde as equipes fazem nebulização são classificadas como área de transmissão. Portanto, é fundamental que o munícipe abra o imóvel – portas e janelas – para que a equipe consiga aplicar o inseticida no interior do imóvel, que é onde vive o mosquito. Além disso, é imprescindível a busca por criadouros e a sua eliminação.

No caso de sintomas, a pessoa deve buscar atendimento médico e não se automedicar – já que alguns medicamentos podem agravar o quadro.

Em caso de dúvida, a pessoa pode entrar em contato com a Divisão de Controle de Vetores, vinculado à Secretaria de Saúde, de segunda a sexta-feira, das 7 às 16h30, pelo telefone (19) 3463.8099 ou ainda pelo e-mail: [email protected].

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