Quarentena. Vereadores aprovam confinamento

Bolsonarista xinga repórter durante ato pró governo no 15 de março
Nenhum vereador da região respondeu ser contrário ao afrouxamento da quarentena que vigora no Estado. A quarentena está em vigor desde a terça-feira e foi proposta pelo governador João Doria. O máximo que dois dos vereadores aceitariam seria um meio termo, ao contrário do que propõe o presidente Jair Bolsonaro e seus fãs.
Para Giovana Fortunato- PDT Americana- a decisão de entrar na quarentena foi correta. Ela disse que o Estado tende a conseguir achatar a curva de transmissão e todos serão beneficiados pela decisão, com menos mortes e saída mais rápida da crise.
Para Leitinho- PDT Nova Odessa- o confinamento é fruto de muito estudo da OMS e tem que ser respeitado para que vidas sejam poupadas. Kadu Garçon- PL Santa Bárbara- e Tiago Brochi- [SDB Americana- se disseram favoráveis ao confinamento por conta da saúde de todos.
“Em tempos de coronavirus, medidas rigorosas significam mais segurança para a população, crise exige muita responsabilidade, de todos! Poder público e sociedade, tendo como objetivo principal preservar vidas. Nada é mais importante do que nossas vidas”, disse Brochi.
Wellinton Rezende- Patriota Americana- também adotou o discurso pró ciência e em favor do isolamento para o bem da coletividade. Celso Ávilla- PV Santa Bárbara d’Oeste-  também se posiciona a favor do isolamento como preconiza a OMS.
Tiago Lobo- PV Nova Odessa- Marco Kim Jorge- MDB Americana- e Carlos Fontes- PSL Santa Bárbara- também vão na mesma linha de defender o confinamento social. 
MEIO TERMO– Somente dois vereadores ficaram no meio termo e poderiam endossar parte das propostas de Bolsonaro. Renato Martins- sem partido Americana- e Paulo Monaro- SD Santa Bárbara- afirmaram estar entre a proposta do presidente e seguir determinado pelas prefeituras e governo do Estado.
Para Monaro, “O problema que estamos mexe do com o desconhecido … mas os dois lados tem sua importância hoje no mundo”.

Já Martins vê que “No meu caso em específico, tenho dois grupos de risco em casa meu irmão, filha diabética e idosos. Então pela fala do presidente teria que optar pelo home office, pois também tenho funcionários e não quero demitir. O problema para equacionar essa situação, é que não consigo realizar o meu trabalho com 100% em home office”.

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