Problemas de ereção podem ser tratados por drenagem linfática

Além dos tratamentos convencionais por medicamentos, os problemas de ereção, desencadeados por edemas peniano ou escrotal, podem ser atenuados e tratados por meio da Linfoterapia (drenagem linfática). No entanto, o método tem que ser aplicado por compressão, isto é, bandagens compressivas que são capazes de realizar a drenagem na região.

Normalmente, as causas do linfedema peniano e escrotal são obstrutivas como doenças bacterianas e virais que podem obstruir o funcionamento do sistema linfático e desencadeia um acúmulo de líquidos e, por consequência, um inchaço. Pode provocar dores e sangramento e até, em casos mais graves, ser acompanhado de uma infecção.

De acordo com o bioengenheiro e linfoterapeuta Daniel Zucchi, a doença pode trazer consequências físicas e psicológicas profundas se não tratada. A terapia por bandagens compressivas funciona para forçar o liquido que está fora (causa do edema) a entrar no vaso linfático. Para isso, é necessária uma pressão externa e, quanto maior for a pressão, melhor a possibilidade de o líquido voltar para dentro e, com isso, regredir o inchaço

“O ideal é procurar a drenagem linfática quando o homem percebe que apresenta alguma disfunção erétil. Entretanto, muitos homens têm resistência em procurar o tratamento alternativo para estes casos”, comenta Zucchi.

As bandagens compressivas se assemelham a um suspensório que promovem uma sustentação de testículo e do pênis. A técnica é indolor e apresenta resultados satisfatórios. “Já tratei de casos bem complicados e que não resolveram com tratamentos medicamentosos. A drenagem linfática por bandagens compressivas pode beneficiar muito estes pacientes”, conclui o linfoterapeuta.

Daniel Zucchi

O fisioterapeuta e mestre em Bioengenharia pela Escola de Engenharia da USP – São Carlos, Daniel Zucchi, especializou-se em Drenagem Linfática – foi pesquisador do tema durante oito anos na Escola Internacional de Terapia Linfática da Clínica Godoy-, com sede em São José do Rio Preto, interior de São Paulo (SP).

Na Escola de Engenharia da USP – São Carlos realizou pesquisas sobre cicatrização de feridas crônicas e efeito do laser em cultura de bactérias.

Com diversos artigos publicados no Brasil e no exterior, Zucchi é docente universitário, há mais de dez anos, coordenando aulas em cursos de Fisioterapia, Enfermagem, Educação Física e Nutrição.

Atualmente, é coordenador científico do Instituto Daniel Zucchi de Estética Avançada, único centro de referência em Linfoterapia Estética do Brasil e coordenador de pós-graduação em Linfoterapia pelo CTA – Centro de Treinamento em Anatomia.

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