Prefeitura de Sumaré faz acolhimento de pessoas nas ruas

Junto das ações permanentes de acolhimento e cuidados com as pessoas em situação de rua, por meio do SEAS (Serviço Especializado de Abordagem Social), a Prefeitura de Sumaré intensificou a abordagem diante das quedas de temperaturas registradas nos últimos dias. Apesar do trabalho constante, muitas pessoas não aceitam ir para os abrigos e acabam mais vulneráveis e expostas ao frio.

Para assistência adequada dessas pessoas resistentes à transferência aos alojamentos, equipes formadas pela Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Fundo Social de Solidariedade e Secretaria de Inclusão Social realizam um trabalho intensivo de orientação e entrega de cobertores e agasalhos, alimentação, kits de higiene.

“Realizamos diariamente um trabalho com essas pessoas em situação de rua, fazendo um serviço de abordagem e supervisão de todos, sempre viando à orientação para a remoção para os abrigos, onde encontram auxílio. Infelizmente, muitos são resistentes e preferem continuar nas ruas. Essas pessoas recebem acompanhamento in loco e, mesmo não aceitando permanecer nos alojamentos, podem ir até o local descansar, fazer uma alimentação, receber cuidados”, explicou o prefeito Luiz Dalben.

“Trabalhamos com muita delicadeza com essas pessoas, buscando reinseri-las na sociedade, ofertar auxílio psicossocial e uma vida digna, porém, ainda encontramos muita resistência, por isso, focamos na sensibilização de cada um”, reforçou.

Os serviços de abordagem são permanentes. A Secretaria Municipal de Inclusão, Assistência e Desenvolvimento Social ampliou as ações do SEAS (Serviço Especializado de Abordagem Social), realizado em parceria com a Casa de Acolhimento Resgatar. Por média, cerca de 100 pessoas são abordadas por mês, aceitando ou não permanecer nos abrigos ou ter uma rápida passagem, apenas para se alimentarem ou protegerem das ruas.

Abordagem

A abordagem dessas pessoas é realizada por equipes formadas por psicólogos, assistentes sociais e educadores sociais. Uma relação de confiança e respeito é necessária para que as pessoas aceitem ajuda, passem pelo CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social), onde recebem avaliação psicossocial e iniciam um acompanhamento que pretende fortalecer a convivência com a família e a sociedade, através do acesso a direitos básicos.

Além da Casa de Acolhimento Resgatar, localizado na região central, a Prefeitura implantou o Alojamento Provisório no Jardim Alvorada. No local, os usuários têm acesso ao abrigo, orientações quanto à higiene e autocuidado, refeições balanceadas e ainda podem cumprir o isolamento social caso a contaminação pelo coronavírus já tenha ocorrido.

“O acolhimento institucional, conforme a Política Nacional de Assistência Social, é realizado por nossas equipes com muito cuidado e sensibilidade, colaborando com o fortalecimento dos vínculos das pessoas em situação de rua ou desabrigo com seus familiares e a comunidade, além de reduzir a vulnerabilidade social que se agravou durante a pandemia. Infelizmente, muitos não aceitam ir para os abrigos e, por isso, intensificamos as ações com essas pessoas, distribuindo agasalhos, roupas e cobertores, para que os riscos de viver nas ruas e estarem expostos ao clima sejam menores e se sintam acolhidos e amparados”, comentou a presidente do Fundo Social, Mara Dalben.

“Trabalhamos para levar assistência a quem mais precisa. Agradecemos todas as doações que estamos recebendo da população, do comércio, das empresas nesse período de dificuldades que estamos enfrentando. Juntos, estamos conseguindo atender com dignidade as famílias em situação de vulnerabilidade social e esse é o verdadeiro espírito da solidariedade”, acrescentou.

O ingresso nos alojamentos é realizado pelo SEAS (Serviço Especializado de Abordagem Social), por meio de solicitação da Rede Socioassistencial ou de munícipes. Para contato telefônico, os números são (19) 3803-4701 ou (19) 98723-0698, as segundas, quintas e sextas-feiras, das 8 às 17 horas. As terças e quintas-feiras, o horário de atendimento é das 10 às 20 horas. O contato também pode ser feito via Defesa Civil, por meio do 199, 24 horas por dia, todos os dias.

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