Polícia acha laboratório de falsificação em NO

A Polícia Civil de Nova Odessa fechou, ontem, um laboratório de falsificação de documentos em uma casa no bairro Santa Luzia. A polícia desconfia que trata-se de uma quadrilha especializada em aplicar golpes, retirando benefícios no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) no nome de outras pessoas, que eram beneficiários reais.

Além de RGs e CPFs de 13 Estados diferentes, os policiais encontraram folhas de cheques, uma carteira de registro da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) falsificada, cartões de crédito, duas impressoras e um HD. O proprietário da casa, um homem de 40 anos, foi preso em flagrante por falsificação de documentos, mas a polícia suspeita que o crime tenha outros envolvidos.
O suspeito não respondeu aos questionamentos da polícia e, segundo o setor de investigação da Polícia Civil, o local foi descoberto graças a uma informação obtida durante quatro meses de apuração. A polícia iniciou o trabalho depois que em abril, e depois junho, duas pessoas foram presas por apresentarem documentos falsos no INSS.
A suspeita é de que falsificações para retirar aposentadorias sejam a especialidade do grupo. Além dos documentos falsos, foram apreendidas requisições de aposentadoria, declarações de imposto de renda, uma procuração do INSS e selos de autenticidade de cartórios, itens necessários para a obtenção do benefício.
Segundo a polícia, os golpistas costumam acompanhar um processo de entrada de aposentadoria e, quando o dinheiro está prestes a ser liberado, falsificam os documentos da vítima para retirá-lo antes dela. O montante a ser recebido nessas ações às vezes chega a R$ 50 mil, disse um investigador do caso, que se identificou apenas como Luciano.
Foram encontradas também fotografias 3×4 na casa e as pessoas dessas imagens passam a ser vistas como suspeitas de envolvimento com o esquema de falsificação. As imagens vão passar por perícia para tentar identificar as pessoas. A polícia também trabalha para identificar todas as vítimas com nomes nas documentações. O preso, cujas iniciais são G. O. B., foi levado para a cadeia de Sumaré após ter sido preso em flagrante. TODODIA

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