Planos perdem 30 mil, que vão pro SUS

Nos últimos anos, mais de 30 mil habitantes de Sumaré migraram dos planos de saúde particulares e passaram a ser atendidos na rede pública municipal. A informação foi prestada pelo secretário de Saúde, Rubens Gatti, na segunda-feira (27), durante Audiência Pública realizada na Câmara Municipal, para prestação de contas do 1º quadrimestre de 2019 do setor. Representantes do Conselho Municipal de Saúde, técnicos da Secretaria, vereadores e populares também participaram da reunião. Após a apresentação do relatório quadrimestral, foi realizada reunião ordinária do Conselho de Saúde.

De acordo com o relatório apresentado pela Secretaria de Saúde, atualmente 65,14% da população de Sumaré é considerada ???SUS Dependente???, ou seja, tem na rede pública municipal o único acesso à saúde. O cálculo foi feito com base na estimativa populacional do IBGE para a cidade em 2019, que é de 279.151 habitantes. Deste total, cerca de 184 mil habitantes usam exclusivamente o SUS (Sistema ??nico de Saúde). O número de SUS Dependentes subiu de 153 mil, em 2015, para 184 mil usuários, no presente ano.???De 2015 para cá, devido à crise econômica, a Saúde de Sumaré absorveu mais de 30 mil novos usuários, um crescimento de mais de 20% de pessoas que tinham algum tipo de convênio e que migraram para o SUS???, ressaltou o secretário Rubens Gatti. ????? importante destacar, ainda, que os valores do orçamento anual estão dentro do previsto e não temos dívidas em atraso. Esta administração do prefeito Luiz Dalben é uma gestão que está com as contas em dia???.
Os números apresentados demonstram que, entre janeiro e 30 de abril, a rede pública municipal de Saúde realizou 309.359 procedimentos, compreendendo consultas médicas, atendimentos de enfermagem, visitas domiciliares e procedimentos diversos. Nas ações de combate à dengue, apresentadas pela Vigilância Epidemiológica, de 10.805 visitas realizadas, em 687 oportunidades os agentes se depararam com a recusa dos proprietários em permitir o acesso aos imóveis.
A audiência pública atende o disposto na Lei Complementar nº 141/2012, que estabelece que o gestor do SUS no município deve apresentar, até o final dos meses de maio, setembro e fevereiro, relatório detalhado referente ao quadrimestre anterior, contendo as seguintes informações: montante e fonte dos recursos aplicados no período; auditorias realizadas ou em fase de execução no período e suas recomendações e determinações; oferta e produção de serviços públicos na rede assistencial própria, contratada e conveniada, cotejando esses dados com os indicadores de saúde da população em seu âmbito de atuação.

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