O Presidente que queremos hoje

Quanto mais instruído o povo, tanto mais difícil de o governar.– Tau-te-King
A maioria das propostas dos candidatos a presidente do somam-se a ideias que convergem entre si e os temas se aproximam em quantidade e conteúdo, fato que já ocorreram em eleições anteriores. Assim, os planos de governo relacionam como metas os seguintes problemas brasileiros: Emprego, segurança, saúde, ciência, cultura, turismo, educação, família, ecologia  (meio ambiente), saneamento, economia, previdência social, crédito, desenvolvimento industrial, agricultura, infraestrutura, burocracia, independência federativa, reforma política, integração nacional, reforma constitucional, ciência, tecnologia e inovação, aprimoramento do SUS, segurança pública, programas sociais, combate a corrupção, soberania nacional, diminuição ou aumento do Estado, corte de mordomias e privilégios no setor público, transparência, descentralização, privatização ou não de empresas  estatais, sistema tributário, impostos, combate ao crime organizado…Não obstante, existe conceitos que o pragmatismo dos partidos ou de seus dirigentes indica ações voltadas para o centro ou centro esquerda sem radicalismos convincentes. Há sólida indicação- ao menos aparente-, de que a maioria dos proponentes ao cargo de presidente do Brasil pretendem, se eleitos, implementar a distribuição de renda e a soberania nacional via manutenção de empresas estatais, a exemplo da Petrobrás. Além de promessa de revisão e atualização do salário mínimo, dos quase 90 milhões de trabalhadores ocupados, a metade recebe salário mínimo. Assim é que surge propostas de fortalecimento da Justiça do trabalho, jornada de 40 horas semanais, fim da terceirização da atividade fim, erradicação do trabalho escravo, extinção do fator previdenciário, proteção a mulher trabalhadora, seguridade social, expansão do mercado interno, redução dos juros, investimento público nos setores produtivos do País,??? fortalecimento do BNDES, Banco do Brasil e Caixa, controle dos gastos públicos, Priorizar as empresas genuinamente nacionais nos financiamentos e encomendas do Estado.  Livrar o sistema de contratações públicas da carga burocrática que o torna instrumento dos cartéis. Garantir às médias e pequenas empresa acesso aos créditos do BNDES. Ampliar a infraestrutura nacional ??? energia, telecomunicações, rodovias, ferrovias, hidrovias, metrôs, portos, aeroportos, saneamento ??? principalmente através do setor público, cuja gestão em áreas de monopólio natural é mais adequada à satisfação dos interesses coletivos.??? Percebe-se itens contraditórios quando comparamos a iniciativa que envolve investimentos e prioridades, a exemplo do Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação, educação e saúde pública, manutenção de empresas estatais como a Eletrobrás e a Embraer, como garantia da soberania nacional. Ainda na política de preservação do setor produtivo propõe atenção especial a Embrapa e incentivos ininterrupto as pequena e médias empresas tanto do campo como das cidades, como principal objetivo o fortalecimento do mercado interno do consumo responsável e na tríade emprego, desenvolvimento e autonomia do povo brasileiro. Estima-se que cerca de 13 milhões de brasileiros estão passando fome e centenas de proprietários rurais estão reféns de empresas transnacionais quanto ao acesso ao fornecimento de sementes, adubos, fertilizantes, máquinas e implementos agrícolas. Medida também enunciadas pelos candidatos mais a ???esquerda??? são os setores que controlam o crédito (bancos), o agronegócio agregado aos latifúndios e a (in) justiça social no campo, além de uma reforma agrária ampla e irrestrita com a finalidade de assentar mais de 4 milhões de famílias de trabalhadores rurais. Há as questões que envolvem a segurança nacional, tanto na proteção de nossas fronteiras, como da proteção das riquezas do subsolo cobiçadas pelos governos internacionais e relegadas ao abandono pelo                     ???nosso??? governo. Por fim, o povo brasileiro teria maior contentamento se o presidente eleito assegurasse a todos nós o exercício da cidadania, o combate ao desemprego, investimento ao ensino de qualidade, a moradia digna, a saúde plena com o fortalecimento do SUS –  Sistema único de Saúde, a imparcialidade da Justiça e o fim da corrupção com punição exemplar dos culpados, dentre tantos outros e justos reclamos do povo brasileiro!???Praticamente tudo o que parece é, quer dizer, as mentiras, as ficções, os receios, mesmo injustificados, criam estados de espírito que são realidades políticas: sobre elas, com elas e contra elas se tem de governar.??? – ANT??NIO DE OLIVEIRA SALAZAR

                        Paulo Cesar Cassin

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