O fim melancólico dos prefeitos de Campinas

Nenhum ex-prefeito de Campinas ‘rendeu’ politicamente desde o longínquo mandato de Orestes Quércia ainda nos anos 1970. Desde Jacob Bittar, todos os prefeitos penaram (ou morreram) no cargou ou depois dele. E este século se tornou pródigo em trazer mal agouros aos mandatários do Palácio dos Jequitibás.
Dois tampões se deram mal ou foram para o ostracismo- Pedro Serafim e Izalene Tiene deixaram a prefeitura muito mal avaliados e não se elegeram depois da passagem pelo comando do governo. Jonas Donizete (PSB) parece caminhar para um destino não muito diferente do mais popular prefeito do século- Dr Hélio- defenestrado do poder perto do final do segundo mandato.
QUASE DEU- Dr Hélio foi bastante cotado para ser candidato a governador em 2010 e tinha chances razoáveis de ao menos ir para o segundo turno. Com Jonas, a aposta foi mais simples, mas também ficou no quase. Ele era um dos nomes fortes para o governo do estado caso Márcio França (PSB) vencesse as eleições, mas novamente ficou-se no quase.
ESPERAN??A E MORTE– Dois nomes muito queridos dos campineiros morreram no exercício do mandato. Toninho (PT)- assassinado em setembro de 2001- e Magalhães Teixeira, que morreu vítima de câncer.

Gostou? Compartilhe!

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no linkedin
LinkedIn

Siga-nos

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE