Nova Odessa vai ampliar ETE

Ampliar a capacidade do tratamento de esgoto doméstico, prevendo um acréscimo de 20 mil moradores no período de 10 anos. Com este objetivo a Coden (Companhia de Desenvolvimento de Nova Odessa) elaborou projeto técnico, solicitou autorizações ambientais e foi contemplada com R$ 6,8 milhões, em recursos oriundos do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro), do Governo do Estado. A expectativa é que no próximo mês seja aberta a licitação e a obra possa ser iniciada.

São R$ 6,887 milhões para a implantação do 4º módulo do sistema U-BOX, pertencente à 3ª fase da ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) Quilombo, permitindo tratar mais 46 litros por segundo, equivalente ao crescimento populacional de 20 mil pessoas. Do total, R$ 6,058 milhões são da Cobrança PCJ Paulista, a fundo perdido, e R$ R$ 829 mil de contrapartida. Desde junho do ano passado a ETE funciona de modo ampliado e tratando 100% do esgoto doméstico coletado na cidade.
Com a meta de aperfeiçoar as áreas de recursos hídricos e saneamento do Estado, o governo paulista liberou R$ 55 milhões do Fehidro. Ao todo, foram assinados 109 contratos com municípios, órgãos estaduais e entidades da sociedade civil. O Fundo é um mecanismo econômico-financeiro de implementação da Política Estadual de Recursos Hídricos, financiando programas e ações que visem à proteção, recuperação e a melhoria dos corpos d’agua nas bacias hidrográficas do Estado.
CAPACIDADE – “A capacidade atual do tratamento dos efluentes domésticos em Nova Odessa é para 70 mil moradores. Mas os efluentes industriais pré-tratados lançados na rede têm ocupado o saldo atual que temos”, explica o diretor-presidente da Coden, Ricardo Ongaro. “Em curto prazo estamos bem atendidos, visto que temos 56 mil habitantes. E a médio e longo prazos estamos antecipando na construção desse módulo na ETE. Assim teremos uma margem por uns 10 anos”, garante.
No final do ano passado a Companhia obteve R$ 2,203 milhões oriundos da Cobrança PCJ Federal, sendo R$ 1,928 milhão com a contrapartida própria de R$ 274 mil, para implantar o Centro de Monitoramento e Controle de Pressão e Vazão, em todos os setores do Município. ?? prevista a instalação de VRPs (Válvulas Redutoras de Pressão), ajudando a diminuir a perda de água tratada para menos de 30% do total. A licitação para contratar a empresa de engenharia que executará as obras, além de fornecer e implantar os equipamentos, foi aberta no último dia 26.

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