Nova Odessa tem mais 8 mortos da Covid. Total em 146

A Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde de Nova Odessa informou em seu boletim diário da terça-feira (27/04) o registro de mais oito óbitos de moradores da cidade causados pela Covid-19. As mortes aconteceram entre os dias 29 de março e 20 de abril, ou seja, alguns casos são “antigos”, não haviam tido a causa da morte determinada e por isso vinham sendo pesquisados pela equipe técnica do órgão. Nova Odessa chega, assim, a 146 mortes pelo novo coronavírus desde o início da pandemia, em março de 2020.

O óbito mais “antigo” confirmado na terça-feira foi o de uma idosa de 72 anos, moradora do Jardim Alvorada, que havia falecido com sintomas respiratórios em 29 de março, no Hospital e Maternidade Municipal de Nova Odessa. Ela era obesa, o que é considerado um fator de risco (uma comorbidade) para casos mais graves de Covid-19.

No dia 1º/04, faleceu na UR (Unidade Respiratória) do Jardim Alvorada um homem de 80 anos portador de comorbidades. Dois dias depois (em 03/04), faleceu em Campinas um morador do Parque Klavin de 67 anos, e em 08/04, também em um hospital de Campinas, um morador do Jardim Monte das Oliveiras de 45 anos.

Nos dias 09 e 11/04, respectivamente, as vítimas fatais do novo coronavírus foram um homem de 57 anos do Jardim São Jorge, que faleceu em São José dos Campos/SP, e uma mulher de 33 anos do Jardim do Éden, que não resistiu ao vírus e estava internada em Campinas. Eles não tinham comorbidades conhecidas.

No dia 18 de abril, foi registrada a morte, por Covid-19, de um morador do Jardim Alvorada de 75 anos. Obeso, ele faleceu em um hospital de Santa Bárbara d’Oeste. Por fim, dentre os óbitos informados pela Vigilância, consta o de uma idosa de 68 anos moradores do Monte das Oliveiras, que faleceu na UR do Alvorada, onde recebia cuidados médicos da equipe da Saúde Municipal.

Segundo a coordenadora da Vigilância Epidemiológica Municipal, Paula Mestriner, muitos casos permanecem “sob investigação” enquanto aguardam os resultados de exames laboratoriais – geralmente realizados no Instituto Adolfo Lutz, laboratório de referência para a rede pública de Saúde no Estado de São Paulo. Em outras ocorrências, é necessário fazer um inquérito epidemiológico do paciente, resgatando exames de imagens do período em que a pessoa esteve internada, por exemplo.

De qualquer forma, os casos ou óbitos positivos para Covid-19, ou os pacientes “suspeitos” que são negativados, só entram no boletim diário da Vigilância Epidemiológica após os resultados dos exames laboratoriais ou da investigação por parte da equipe.

Além disso, já aconteceu de óbitos ainda mais antigos, de 2020 só entrarem no boletim neste ano, porque ocorreram em outras cidades, que só “digitaram” os dados nos sistemas eletrônicos meses depois. Por isso, do total de óbitos confirmados de moradores da cidade, 75 aconteceram em 2020, e 71 em 2021. “Divulgamos o óbito apenas quando a declaração de óbito entra no nosso sistema, e quando o óbito ocorre em outro município, quase sempre tem um pequeno atraso na divulgação”, confirmou Paula.

CASOS

No período de 24h entre segunda e terça-feira, a Vigilância Epidemiológica também confirmou mais quatro casos positivos de Covid-19 em moradores da cidade, totalizando 3.584 pacientes infectados nos quase 14 meses da pandemia. Desse total, 3.136 já são considerados curados da doença. O boletim aponta ainda cinco óbitos suspeitos sob investigação e 533 casos suspeitos aguardando resultados de exames.

O número de moradores de Nova Odessa internados com sintomas de Covid-19 caiu levemente, de 38 para 36. Eram, na terça-feira, cinco pacientes internados na UR do Alvorada, cinco na ala respiratória do Hospital Municipal e 26 em leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) em hospitais públicos e privados de outras cidades da região e do Estado.

Como a pandemia de Covid-19 segue avançando em todo o país, a Secretaria Municipal de Saúde de Nova Odessa destaca sempre a importância do uso contínuo de máscaras por todos, da higienização constante das mãos com água e sabão ou o uso do álcool em gel a 70% e de se manter o distanciamento social, evitando aglomerações a todo custo, como formas de combater a disseminação do novo coronavírus.

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