NM vai analisar chances de candidatos

Capo de um partido importante e mais fiel parceiro do PT no plano federal e estadual, o secretário de Habitação Davi Ramos (PCdoB) vai à sua terceira eleição para deputado estadual com a esperança de aumentar a votação e enfim realizar o projeto de se eleger.
Na corrida por uma cadeira na Alesp, DR alcançou 19839 votos em 2006 e cresceu muito pouco em 2010, obtendo 20.535. Se na primeira disputa a votação foi uma vitória, na segunda ficou bem abaixo do previsto. Com recursos e equipe grande, Ramos falhou em 2010.
Em 2012, na volta a uma disputa na Câmara de Americana foi o quarto mais votado com 2,5 mil votos e ficou mais uma vez aquém do esperado. Em 2004, última vez que tinha ido para a disputa, havia sido o segundo com mais de 3 mil votos.
ERROS– O maior erro de Ramos é afastar seu partido de um viés ideológico para negociar participações (sempre adesista) de governos. Hay gobierno, estamos dentro– essa é a filosofia. A postura adesista polui a visão ideológica que poderia abarcar sindicatos, associações de moradores e a juventude de várias cidades. Outra falha clara é apostar em grandiosidade em campanha e abandonar o chão, o téte a téte que o eleitor sempre pede. 
CHANCES– Sem mudar, não vence. Isso é claro. Pode apostar em uma vitória de Alexandre Padilha (PT). Mudar pra onde? Cabe ao eleitor dizer e ao candidato ouvir/entender.

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