N Odessa aperta o cerco contra caminhões

A Diretoria de Segurança de Trânsito de Nova Odessa está intensificando a fiscalização de veículos de grande porte na cidade. Um decreto de outubro do ano passado restringe o tráfego em algumas vias do município. A medida tem por objetivo reduzir o tráfego de veículos pesados na área urbana.
“Estamos em uma importante região e somos cercados por grandes centros. Com o crescimento da frota e também por estarmos em uma situação geográfica privilegiada, nossa cidade sofre com o constante fluxo de veículos pesados, já que muitos motoristas usam Nova Odessa como rota de fuga do pedágio do quilômetro 118 da Rodovia Anhanguera”, explicou o diretor de Segurança de Trânsito, Franco Júlio Felippe.
Segundo ele, para minimizar os impactos deste fluxo intenso nas vias, a Administração optou pela restrição da circulação de veículos pesados em alguns trechos. “O decreto foi publicado em outubro e fizemos um trabalho de orientação e conscientização junto aos motoristas, que tiveram bastante tempo para se adequar às novas regras. Agora, vamos intensificar estas ações”, afirmou.
O decreto 3.447/2015 determina a ZMRC (Zona de Máxima Restrição de Circulação) ??? formada pelas principais ruas da região central – e VMRC (Vias de Máxima Restrição de Circulação) ??? composta por algumas vias de bairros de Nova Odessa. A legislação proíbe também o tráfego de veículos pesados com mais de 6,30 metros de comprimento e 2,20 metros de largura nestes locais.
Segundo Franco, o decreto determina ainda que os motoristas que passam pelo Município ??? sejam eles moradores da cidade ou não – se cadastrem na Diretoria de Segurança de Trânsito. Com o cadastro, que é feito mediante preenchimento de alguns requisitos, é possível obter uma autorização para o tráfego em horários específicos.
“Estando tudo certo com o cadastro, é emitido o cartão para confecção de um selo que autoriza o tráfego. Mas vale lembrar que esta circulação será autorizada apenas em horários específicos, de acordo com o serviço prestado e carga transportada”, esclareceu.

Gostou? Compartilhe!

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no linkedin
LinkedIn

Siga-nos

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE