Ideologia e a Confusão Ideológica III

¨O poder político é o poder organizado de Uma classe para a opressão de uma outra¨  (Karl Marx)
Por quê ninguém admite pertencer a direita? Principalmente porque isso não agrada aos eleitores. A sociedade teme o radicalismo tanto da esquerda como da direita e no decorrer da história da humanidade, a violência que envolveu  ações políticas dessa natureza foram associadas  a esses setores. Por essa razão é que talvez muitos optam pelos partidos de centro no que agrada aos  miseráveis, aos empresários  e até mesmo aos investidores internacionais. Sem dúvida, é que em parte, isso se deve a imensa propaganda desencadeada pela elíte nacional  na ação degeneradora da verdadeira ideologia: aquela que organiza o povo e atua incansavelmente pelas mudanças evolutivas da raça humana.
Mas, como explicar as alianças entre ex-rivais? Justamente pela negação do compromisso ideológico de seus líderes. ??  a exacerbação do amor próprio, a manifestação mais estúpida da vaidade humana. ?? o apego irrefutável pelos bens materiais. Também é a contemplação de interesses conjuntos – da corrupção dos ideais e da moral política que, em vez de atuarem na defesa dos legítimos problemas do povo, promovem alianças para resolver os problemas deles mesmos.  Todavia em alguns casos o tiro sai pela culatra e acontece a inexorável desaprovação pública quando dos processos eleitorais burguês.
São exatamente esses agentes que promovem a confusão  ideológica perante seus eleitores recrutados a eleger políticos profissionais e fisiológicos. São eles que atuam, de maneira organizada, controlam os meios de produção, o sistema financeiro e comumente interferem nos poderes constituídos através de  ingerências previamente arquitetadas.  Outro fato que contribuiu para essa deformação foi a elitização partidária sistematicamente promovida por seus dirigentes.
De posse e no comando das legenda, foram eles que articularam e definiram estratégias e formas para a conquista do poder político.
Eles também elaboram criteriosamente as listas dos candidatos que servem a seus propósitos, centralizando todos tipos de informações e atividades para perpetuarem-se no poder. Eleitos, essa elite política, confabulam-se e embebedam-se na opulência dos cofres públicos. A maioria, com rara exceção, se prostituem (ideologicamente) e a política  torna-se um imenso balcão de negócios, corrupção e nepotismo  regado  de festas gastronômicas e quando não idólatras! Enriquecimento ilícito, prevaricação, propinas, mau uso do dinheiro público… A única forma de se acabar definitivamente com esse modelo putrefato, de se fazer política, seria a revolução das massas populares hoje com extrema fome de justiça e de liberdade.

                        PAULO CESAR CASSIN
                            – EMPRESÁRIO –

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