Globo, militares e Temer no alvo da crise

A semana começou com a paralisação dos caminhoneiros com pouca atenção por parte do país e do governo. Com o andar dos dias, os paralisados não arredaram pé e a coisa esquentou a partir da noite da quarta-feira. Um acordo foi anunciado pelo governo, mas não colou.
O risco de abastecimento de combustível levou os brasileiros a fazerem filas enormes nos postos de combustível e o caos começou a flertar com o país. 
Na sexta-feira, o governo Temer (MDB) ameaçou por o exército nas ruas (estradas) para liberar as estradas. Os caminhoneiros liberaram as estradas, mas não arredaram o pé. Daí os grupos de whatsapp viraram um show de declarações de amor aos militares e voltou o fantasma da intervenção (GOLPE).
Veio o sábado e a dependência do modelo rodoviário mostrou que o Brasil estava à beira do colapso. O fantasma dos militares voltou pro armário. O domingo surgiu e o tema foi o ataque à rede Globo, tida como parceira do governo contra os empresários.

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