Fusame emite nota sobre ‘crise da comida’

Com relação ao fornecimento de refeições a acompanhantes de pacientes e funcionários do Hospital Municipal, a Fundação de Saúde de Americana (Fusame) esclarece:- Normas do Ministério da Saúde estabelecem que pacientes idosos com 60 anos ou mais, gestantes, pessoas com deficiência e crianças devem ter, obrigatoriamente, acompanhantes em caso de internação hospitalar. A Fusame continuará fornecendo refeições, gratuitamente, aos acompanhantes de pacientes internados no Hospital Municipal que se encaixam nesse perfil. Para os demais, ou seja, pessoas que acompanham pacientes fora dos protocolos do Ministério, não será mais fornecida alimentação a partir da próxima segunda-feira, 13 de fevereiro.
– Para os pacientes que aguardam no Pronto-Socorro, serão servidos leite, chá e biscoitos. Como a grande maioria fica em observação apenas algumas horas, não será servido almoço ou jantar.
– Atualmente, a Fusame fornece cinco refeições aos funcionários do Hospital Municipal (café da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia) a um preço que varia de R$ 0,36 (trinta e seis centavos) a R$ 1,12 (um real e doze centavos), dependendo da faixa salarial do servidor, por refeição (almoço ou jantar, uma vez que o café da manhã não é cobrado). A partir de segunda-feira, 13 de fevereiro, serão servidas as três refeições principais (café da manhã, almoço e jantar). O local possui cozinha e refeitórios devidamente equipados para atender os servidores que, porventura, queiram trazer lanches de casa para os intervalos entre essas refeições.
Além disso, para que a Fundação mantenha a cozinha em funcionamento e continue oferecendo uma refeição de qualidade e com variedade no cardápio, o valor pago por refeição terá um pequeno acréscimo e passará a R$ 3,00 (três reais) para funcionários e estagiários.
– Ressalte-se que Americana enfrenta uma grave crise financeira, com queda na arrecadação de impostos, o que tem provocado a necessidade de adoção de medidas com o objetivo de diminuir os gastos com a máquina pública. Por conta dessa situação, o município já decretou estado de calamidade financeira por 120 dias em outubro, situação que foi prorrogada nos últimos dias por mais 180 dias.
– A direção da Fusame reitera que continuará cumprindo os protocolos do Ministério da Saúde e que as mudanças visam, sobretudo, o melhor uso dos recursos financeiros da municipalidade e,consequentemente, o melhor atendimento à população.

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