Executiva prefere fazer pornô pra ganhar mais

Quando Alix Lynx percebeu que sua carreira como executiva de comunicações não era sustentável após sucessivas demissões, ela aproveitou a oportunidade para realizar seu sonho de se tornar uma estrela pornô. Alguns amigos próximos estavam a par do segredo, mas o mundo inteiro descobriu apenas no ano passado, quando ela estrelou um vídeo que se tornou viral. Alix contou ao Cosmopolitan.com como foi a experiência e porque nunca olhou para trás.Cresci em Nova York em uma cidade pequena, no fim do mundo. Eu fazia parte de um grupo que se achava de classe média, mas que não era bem por aí.
Tive uma boa educação. Eu sei que as pessoas normalmente acreditam que quem faz filme pornô faz isso porque tem algum problema. Este não foi o meu caso. Eu fui uma estudante que era boa em tudo e ainda se destacava nos esportes. Sempre participei de classes avançadas e atividades extracurriculares. As pessoas viviam dizendo que eu era ???promissora???.
Meu pai trabalhava com construção, minha mãe tinha um PHD e era funcionária do governo. Eles apoiavam muito meus irmãos e eu, encorajando-nos a explorar nossa criatividade. Meus pais fizeram de tudo para que tivéssemos uma boa vida.
Formei no ensino médio aos 18 anos e o pensamento de não ir para a Faculdade jamais passou pela minha cabeça. Minha mãe sempre dizia que eu precisava estudar ou passaria o resto da vida servindo hambúrgueres.
Assim, fui para uma Faculdade Estadual na minha cidade natal. Achei que o diploma em comunicação fazia sentido porque era versátil e eu adoro escrever e estar na frente da câmera. Tenho uma pós-graduação em radiodifusão de TV.
Eu era diferente, pois ninguém sabia o que queria fazer da vida aos 18 anos. Juntei dinheiro, não fiz empréstimos para estudar e estudei na Faculdade por três anos, pegando meu diploma um ano mais cedo. Tive aulas de reforço durante todas as férias. Nunca parei durante este tempo. Sempre que precisava escolher entre sair com os amigos ou entrar em classe, para chamar mais a atenção dos professores, eu escolhia a segunda opção.
Quando me formei na Faculdade, tinha 21 anos. Minha mãe já me pressionava a conseguir meu mestrado. Não vi motivo para isso. Mesmo hoje, não sei por que faria um mestrado se podia muito bem trabalhar.
De qualquer maneira a pressão da minha mãe fez com que eu me inscrevesse em um mestrado online, de forma que eu estudaria no momento que fosse melhor para mim. Encontrei um programa de graduação que eu visitava frequentemente quando analisava qual bacharelado fazer. E se eu fizesse o mestrado em meio período e trabalhasse o resto do tempo? Seria uma boa experiência.
Durante a Faculdade, comecei a trabalhar como modelo promocional. Eu ia para bares, restaurantes, convenções e eventos para promover marcas de bebidas, maquiagem e comida. Neste trabalho, eu só precisava ser bonita. Achei que poderia procurar uma agência de promoções na cidade e encontrar um emprego de verdade. De qualquer forma, o trabalho rendia um bom dinheiro. Fiz isso por quatro ou cinco meses. Eu ainda estava estudando, mas não sabia o que fazer. Mandei meu currículo para qualquer empresa que tivesse algo a ver com comunicações.
Uma dessas empresas era bem pequena mas tinha grandes clientes. O proprietário me contratou como assistente para realizar tarefas de escritório, mas eu acabei aprendendo bastante com o trabalho. Após alguns meses, me tornei assistente executiva de contas, o que significava me comunicar com os clientes e ajudar no trabalho corporativo, no planejamento de eventos e nos comunicados de imprensa.
Seis meses depois, fui promovida a executiva de contas, me encarregando das maiores contas da empresa. Finalmente, alguns clientes decidiram deixar a empresa, que perdeu dinheiro e não teve recursos para me manter, o que acabou com a minha demissão.

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