Everest. Riscos e desafios na montanha gigante

Alvo máximo de quem gosta de aventura e alpinismo, o Monte Everest segue recebendo alto número de alpinistas. O Nepal registrou mais de 400 pedidos de escalada na montanha mais alta do mundo. A busca pelo Everest gerou fila que foram noticiadas por todo o mundo. 
Com mais gente subindo, foi registrado maior número de mortes na temporada. Foram mais de dez alpinistas desaparecidos na tentativa de escalar o gigante. Muita gente ignora as necessidades de preparação para a escalada e discussões têm surgido para  se criar novos métodos para reduzir os riscos e poupar a vida do aventureiro.
Todo este conjunto de dificuldades tem atraído mais e mais gente sem experiência para o desafio da Montanha. A batalha do Everest é uma das principais fontes de renda do Nepal, que lucra com a emissão de licenças para escalar o monte e vê serem gerados empregos para os apoiadores, donos de pousadas e até equipes médicas.
A Cassino Betway produziu material especial e interativo mostrando o tamanho do desafio que é chegar ao topo do Everest. A escalada exige força mental e física. Com 8.848 metros de altitude no pico, o monte tem percursos com inúmeros perigos- com destaque para a baixíssima concentração de oxigênio no ar e  alta carga de equipamentos a ser carregada. 
Depois de se preparar fisicamente, o aventureiro começa a aventura no Nepal. A jornada começa na capital Katmandu, de onde saem as expedições de grupos e agências de logística. A próxima parada é Lukla, principal ponto de acesso ao Himalaia. Ali já se vê a 2.860 metros acima do nível do mar. E aí começa a caminhada de nove dias até o campo base. Nesse período também serve para a aclimatação do alpinista, de acordo com infográfico produzido pelo time de conteúdo da empresa de apostas. 
ACAMPAMENTOS A CADA 1.000 METROS
Para se ter uma ideia, o acampamento base fica a 5.364 metros acima do nível do mar, altitude maior que a cidade mais alta do mundo: La Rinconada, no Peru. E o acampamento 2 tem uma estrutura melhor que o anterior, mas no local os riscos ficam maiores. A 6.400 metros de altitude, os níveis de oxigênio são em condições extremas para o ser humano.
O terceiro acampamento fica a 7.300 metros. Respirar no local é considerado duas vezes pior que jogar bola em La Paz, na Bolívia. E a jornada ainda não termina aqui. O último acampamento, já a 8 mil metros já está na chamada ???zona da morte???- aqui apenas um terço do oxigênio em relação ao nível do mar. Se chegou aqui, então o alpinista escala os últimos 848 metros rumo ao cume.
Vencer o desafio de chegar ao topo do Everest cobra do atleta que ele tenha curso avançado de escalada em neve, gelo e rocha e experiência em alpinismo de grandes altitudes. Reduzir o número de mortes e manter forte a principal atividade econômica no Nepal é um grande desafio. A conscientização  dos escaladores e do governo nepalês- que deve endurecer as regras para a emissão de licenças- vai garantir a segurança aos aventureiros.

Gostou? Compartilhe!

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no linkedin
LinkedIn

Siga-nos

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE