ETEs não reduzem poluição do Quilombo

O ribeirão Quilombo, que corta Americana, Nova Odessa e Sumaré vindo de Campinas, segue com mau cheiro e água com coloração cinza escura e pouco sinal de vida.

As cidades que ficam à jusante do rio têm buscado reduzir a poluição, mas não é o que se observa logo que o rio entra em Americana. O nível de oxigênio é baixíssimo e não se consegue observar vida na água escura e turva do rio.

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