Em artigo, Mentor pede ‘Basta’

Na Revolução Francesa a violência foi colocada como método de ação contra a aristocracia, a nobreza. Havia o sonho, a luta, a vontade de construção de um mundo para todos, que incluísse a maioria do povo abandonado pelos regentes de então. A violência contra a elite rapidamente se tornou a violência contra qualquer um que não aceitasse o que era pensado pela vanguarda que segurava a guilhotina. Não havia segunda chance, não havia contraditório. A Globo quer ser a nova guilhotina. Quer cortar cabeças, reputações e julgar quem deve e quem não deve participar da vida pública do país. Mirou no PT, persegue Lula.

Na sua sanha pelo poder incontrolável, acima das instituições estabelecidas e para aprovar reformas contra o povo , para garantir mais dinheiro, mais poder para a própria Globo jogou a guilhotina nos antigos aliados. Golpista a Globo quer continuar o golpe: quer cortar Michel Temer para dar novo folego ao ataque aos direitos sociais. No meio do caminho foi obrigada, senão divulga outros meios de comunicação iriam divulgar os grampos contra o Presidente Nacional do PSDB, Aécio Neves, não fez porque tem ideias diferentes, mas porque ele iria atrapalhar os planos da Rede de TV.A Rede Globo quer ser a guilhotina, mas não será. Os que têm história resistirão; quem tiver ficha corrida que arque com os seus atos.
Em tempo: muito da violência desse desgoverno, que teve o patrocínio da Rede Globo até outro dia é de responsabilidade de alguns meios de comunicação. Agora que retirou seu representante, Michel Temer, ela própria assumiu as articulações da continuidade desse ataque aos brasileiros. Lamentável um governo sem apoio popular, sem reconhecimento da sociedade, chamar os militares para atacar os trabalhadores. Lamentável. A Globo queria jogar o país no caos, conseguiu em parte, ainda bem que o Brasil é muito maior que essa maldosa e cruel voz da elite.Antonio Mentor

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