Editorial. Quem pensa Americana?

Falta a Americana e também nesta eleição um Marquês do Pombal, déspota esclarecido que reconstruiu Lisboa após o grande terremoto de 1755. O rei deu ao expert a chance de aplicar leis e normas para que a cidade voltasse a funcionar. Falta aqui nessas terras quem seja capaz de olhar para frente e enxergar saídas para os graves problemas postos no presente.
Pouco se fala no uso de tecnologia para melhorar a segurança, a educação e a saúde das pessoas. O uso de dronnes, que começa a ser difundida pelo mundo. Câmeras de segurança. A tecnologia na educação como saída simples e até mais barata.
COMO ESTAMOS? Uma das campanhas é hiperesvaziada de projetos e reúne o mais do mesmo da política local. ?? outra, falta credibilidade junto às camadas médias (hoje muito avessas à eleição como um todos) e lastro de votos além do da religião. A terceira tem gatos pingados e uma boa imagem, mas isso pode, no máximo, atrapalhar a mais forte das chapas.
Se o eleitor quer ver o que podem fazer os candidatos, olhe os planos de governo e a viabilidade dos projetos. Afinal, projetos de poder todos têm. Faltam projetos que colocarão a cidade no rumo de um futuro que bate à porta. Tudo está para ser definido, mas quase todos pouco se importam para o que realmente importa.

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