Dicas pra proteger cãozinho de pulga e carrapato

Entre as preocupações comuns que os donos de cachorro têm estão as referentes ao cão ter pulgas e carrapatos. Um verdadeiro incômodo para o animal ??? e para o dono ???, esses seres representam uma ameaça à saúde do bichinho, sendo necessário adotar medidas para impedir que eles surjam e se propaguem.
Por isso, é preciso sempre estar atento aos métodos preventivos que combatem o aparecimento desses seres. Práticas do dia a dia do cão também precisam ser policiadas, como dar banhos com regularidade ou evitar que ele fique solto em ambientes desconhecidos, nos quais ele pode contrair essas pragas.
SintomasAo contrário de outros parasitas, como os vermes que ficam no intestino ou os mosquitos transmissores de doenças, pulgas e carrapatos são fáceis de serem notados. Isso facilita para que os donos deem início ao tratamento do animal, mas, mesmo com essa facilidade, eles ainda são capazes de, ocultamente, causarem problemas.
Alguns dos sintomas mais claros da presença dos parasitas nos cachorros é a irritação que eles causam na pele, o que faz com que o bichinho se coce mais. Também é possível que ocorram manifestações alérgicas na pele.
Normalmente, esses parasitas se encontram nas orelhas, no pescoço, no focinho e entre os dedos das patas dos animais. Quando der um banho no cão, sempre fiscalize esses locais em busca de sinais deles, além de ficar atento aos sintomas relatados.
DoençasEm casos mais graves, tanto pulgas como carrapatos podem provocar anemia no cão, já que se alimentam do sangue do animal. No caso dos carrapatos, eles são os responsáveis por transmitir um protozoário à corrente sanguínea, que vai atacar os glóbulos vermelhos e brancos do corpo do cão. Essa doença é conhecida como babesiose.
As pulgas também servem de porta de entrada para doenças. Elas podem carregar um verme perigoso, o Dipylidium caninum, que causa a doença intestinal conhecida como dipilidiose. Caso tenha dúvidas se o cão foi contaminado, procure um veterinário imediatamente para que o examine e cheque sua saúde.
PrevençãoO melhor método para não ter problemas com esses seres é justamente evitar que eles façam contato com o cão. E isso, segundo o professor veterinário Gervásio Bechara, da Pontifícia Universidade Católica, PUC-PR, requer ter atenção ao ambiente frequentado pelo bichinho de estimação.
Segundo o especialista, a maioria absoluta das larvas desses parasitas está nos locais que o cachorro passa o dia: ???Cerca de 95% dessas larvas estão na casinha, grama e no cimentado da residência???. Esses parasitas podem se esconder nas paredes e nos tetos desses locais, que devem ser sempre verificados pelos donos.
Uso de spraysAlém da limpeza dos ninhos onde ficam os bichinhos, existem outras formas de combater a presença desses parasitas. Para quem deseja maior proteção, Bechara também cita a possibilidade do uso de novos produtos da indústria, que basicamente são ???sprays e coleiras feitos à base de acaricidas químicos???.
Esses produtos vão soltar no pelo do animal um remédio que combaterá a presença dos parasitas à medida que o cachorro se movimentar. Entretanto, o veterinário alerta que seu uso não é certeza de que o problema será resolvido: ???Parasitas, especialmente os carrapatos, desenvolvem resistência aos produtos???.
Ambientes de risco Outra recomendação preciosa é fiscalizar quais os ambientes que são visitados pelo seu bichinho. Geralmente, pulgas e carrapatos se localizam em locais em que há grama alta, ou que haja um grande acúmulo de folhas e madeira, que podem estar contaminados. Peças de alvenaria abandonadas também são possíveis focos de contaminação.
Também não é recomendado que o animal entre em contato com outros cães, ou mesmo gatos, de forma indiscriminada. Isso porque uma das formas de contágio é o contato com outro animal já infectado. Por isso, evite deixar o cachorro solto de forma livre sem a devida supervisão.
Nas residências, além da casinha do cachorro e do quintal, existem outros locais que podem servir de foco para esses parasitas. Reentrâncias de muros, espaços sob telhas, cantos e frestas dos cômodos são alguns exemplos de locais em que se devem ser feitas inspeções e higienizações regularmente.

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