CUB paulista tem 7a alta seguida

O Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil do estado de São Paulo registrou alta de 0,04% em novembro na comparação com o mês anterior. Esta é a sétima elevação seguida no indicador. De acordo com o SindusCon-SP, o CUB representativo da construção paulista (R8-N) ficou em R$ 1.325,62 por metro quadrado no período. Em 12 meses a alta é de 2,31%.

Segundo o diretor da regional do SindusCon-SP em Campinas, Marcio Benvenutti, apesar de nova alta, o aumento indica estabilidade nos preços de materiais e mão de obra.
“Apesar de ser a sétima alta consecutiva, o percentual de aumento é muito baixo e reflete uma estabilidade nos custos para a construtoras. Se analisarmos o acumulado de 12 meses, que é de 2,21%, o índice ainda está abaixo da projeção da inflação para este ano  que é de 3,03%”, explica o diretor da regional Campinas.
Dentro da composição do indicador, os custos médios com mão de obra representaram 61,71%, materiais, 35,07% e despesas administrativas 3,22%.
Com desoneraçãoNas obras incluídas na desoneração da folha de pagamentos a alta foi de 0,04% no CUB na comparação com outubro, totalizando R$ 1.227,50 por metro quadrado. Em 12 meses, o indicador registra alta de 2,21%.
Na mesma base de comparação, foi registrada participação de 58,65% nos custos de mão de obra, 37,87% de materiais e 3,48% em despesas administrativas.
Custos dos insumosEm novembro, quatro itens que compõem o CUB registraram variação positiva maior que o IGP-M (0,52%). As maiores elevações foram registro de pressão cromado ??=1,27cm (1,77%) e chapa compensado plastificado 18mm (0,80%).
Entre os materiais de maior relevância para o cálculo do CUB, todos registraram alta: concreto FCK=25 MPa (0,51%), aço CA-50 ?? 10 mm (0,28%) e cimento CPE-32 saco 50 kg (0,27%).
Custo Unitário Básico (CUB)Calculado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o Custo Unitário Básico (CUB)  é o índice oficial que reflete a variação dos custos mensais das construtoras para a utilização nos reajustes dos contratos de obras.
 

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