Criva detona ‘modinha’ da maconha

Ledo engano de quem pensa que o assunto referente às drogas está resolvido ou esquecido neste nosso país. A droga está mais viva do que nunca e ceifando mais vidas do que em todos os tempos em nossa comunidade.

Esse mal sempre conviveu com o ser humano. Na antiguidade temos vários relatos de uso de entorpecentes, quer com fins religiosos, como até nos dias de hoje se tenta propor, quer como uso inebriante, para fins de fuga da realidade, quer como fins medicinais, mas sempre acompanhou o homem desde o início dos tempos.

Temos registros no Egito antigo, berço de nossa civilização, registros nas civilizações polinésias, na inca, na asteca e mesmo entre os indígenas tupiniquins.
O haxixe que vem da palavra árabe ???ashassan???, assassino mesmo, a mescalina  cactácea dos países da América do Norte e Central, utilizadas em várias civilizações e entre nós o ???cipó timbó??? nomeado Santo Daime por consumidores mais sofisticados.

A ???marijuana???, oriunda da planta ???cannabis  sativa??? ou  maconha,  ainda é uma das mais utilizadas e destruidoras, principalmente de nossa juventude .O ???crack???, que nada mais é que uma borra da cocaína, originaria da planta ???epadu???, que vem da região do Chapare e utilizada em larga escala pela sociedade mais abastada. Engana-se quem acredita que não se deve combater o pequeno consumidor. Esse é o principal alimentador do mercado. Nos grandes centros a droga desce os morros e alimenta toda uma rede de tráfico e comércio ilegal gerando violência. Aí está o grande gerador da violência urbana. Os consumidores, portanto, devemos, a todo custo, minar essa resistência que não raras vezes se vestem de branco e empunham cartazes pedindo paz quando a violência na figura da morte atinge um dos seus, mas pouco se importam quando consomem em rodinhas e baladas tais produtos.

Também não vemos os ditos defensores dos direitos humanos chorar a morte de jovens consumidos pela droga que se definham em locais putrefatos sem assistência até o fim, pois ali não há qualquer mídia para difundir o que chamam de trabalho. Muito menos em funerais de agentes de segurança quando tombam  atuando no árduo combate da violência gerada pela droga.

Recentemente em Americana, sim na nossa querida cidade, que pontua uma das maiores qualidade de vida do país, tivemos conhecimento de que usuários e simpatizantes colhem assinatura para libertar um plantador de maconha que tenta se escudar do vício seu e de seus parceiros usuários alegando fins religiosos, apresentando até nominata de igreja com nome exótico. Está preso é claro e dificilmente escapará das garras da justiça que ainda impera nesta República onde o plantio, consumo, comércio ou mesmo apologia ainda é crime.

Eu convivi por trinta anos na polícia e vivenciei a violência alastrar-se graças a estes arroubos que insistem em liberar as drogas. Agora na atividade parlamentar tenho responsabilidade ainda maior no combate a este mal que nos assola. Portanto mantenho minha posição firme junto às nossas polícias louvando seu esforço hercúleo no combate às drogas. Diga Sim à Vida, Drogas Não.

Capitão Crivelari- Vereador em Americana pelo PSD.

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