Cristo anarquista: Jesus era a favor das religiões?

Antônio Carlos Costa, pastor presbiteriano, jornalista, teólogo, autor das obras Teologia da Trincheira e Convulsão Protestante e fundador da ONG Rio de Paz (instituição filiada ao Departamento de Informação Pública da ONU, a qual promove ações voltadas para a redução das violações dos direitos humanos), lança seu novo livro: Azorrague – Os conflitos de Cristo com instituições religiosas, publicação da Editora Mundo Cristão. Na obra, Antônio analisa as controvérsias de Jesus com a religião e revela como os líderes religiosos de hoje podem cair nas mesmas armadilhas de ontem, escondendo Deus das pessoas.
Fiel ao seu estilo instigador, em Azorrague, Antônio aponta os conflitos de Jesus com a religião para demonstrar os graves riscos a que os cristãos de hoje e, em especial seus líderes, estão sujeitos, à medida que se deixam levar pelo mero formalismo destituindo-se de misericórdia, graça, compaixão e amor.
Conforme ele aponta, a teologia não regulada pelo evangelho expõe os seres humanos às mais diferentes espécies de desatinos teológicos, bizarrices morais e extravagâncias espirituais. Por isso, é fundamental que o cristão esteja atento para que não seja vítima de um sistema religioso que está totalmente afastado do projeto de Deus para a igreja e a vida cristã.
A cada capítulo, o autor analisa diferentes embates que Jesus travou com líderes religiosos durante seu ministério e, assim, faz um eloquente alerta para que o cristão não cometa os mesmos erros daqueles que apenas têm aparência de piedade, mas estão equivocados em sua prática religiosa.
Quem não sabe separar Deus de religião está fadado a perder o encanto pelo próprio Deus. A realidade é que pastores e padres podem tornar Deus parecido com o diabo, dependendo de como agem, ensinam e pregam.
No livro, Antônio também fala sobre o modelo cristão de igreja apresentado por Jesus, uma igreja compromissada com a justiça e com a misericórdia, uma comunidade de membros leais a Deus, liderada por homens humildes, por pastores que fomentam entre a membresia uma relação que intelectualmente não seja subserviente a eles próprios, mas que conhecem suas limitações e que levam as pessoas, de fato, a Cristo.
Leitura imprescindível para quem deseja compreender o problema grave que acomete o funcionamento de muitas instituições religiosas, Azorrague permite ao leitor redescobrir o Deus justo, amoroso e verdadeiro, tantas vezes encoberto pela prática religiosa legalista, moralista e autoritária. Um livro para ser carregado para rodas de discussão, pelas ruas e por ambientes de estímulo ao pensamento e que despertará o leitor para viver as boas-novas do evangelho de forma verdadeiramente autêntica e transformadora.
A novidade chega às livrarias a partir de setembro.

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