Consumo de carne suína dispara na pandemia

A popular carne suína tem ganhado cada vez mais espaço no cardápio dos brasileiros. O consumo no país aumentou 80% no ano de 2020, em comparação com 2019, segundo dados levantados pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS). Porém, mesmo que a procura esteja aumentando, muitas vezes motivada pelo aumento do preço da carne bovina, ainda existem alguns mitos sobre o consumo da carne suína e pouco se fala sobre os benefícios dessa proteína. Confira alguns deles:

Carne suína fortalece o sistema imunológico

Por ser uma carne rica em zinco e outros nutrientes essenciais ao organismo, como o magnésio e o potássio que contribuem para a formação de glóbulos vermelhos e a regulação da pressão arterial, a carne suína  fortalece o sistema imunológico. De acordo com a nutricionista da Alegra, Ana Carolina Ribas, a proteína também é uma das principais fontes de vitamina B1 (tiamina) e auxilia no funcionamento do sistema nervoso e neuromuscular.

Carne suína pode ser menos gordurosa que a proteína bovina e de frango

A ideia de que a carne suína deve ser evitada por ser muito gordurosa é um grande mito. “Se comparado à carne de boi ou frango, os cortes suínos como a bisteca e o lombo podem conter até metade do colesterol e da gordura que essas outras proteínas apresentam”, explica Ana Carolina. Além disso, cerca de 70% da gordura da carne suína é subcutânea e, por isso, pode ser facilmente removida. Mas, vale ressaltar que os cortes como bacon e panceta são bem gordurosos e devem ser evitados em excesso.

Indicada para dietas e ganho de massa magra

Devido ao alto valor nutricional, baixo teor de gordura em determinados cortes e fácil digestão, a carne suína é uma das mais indicadas para aqueles que estão seguindo alguma dieta e pode facilmente substituir o frango no cardápio.

Carne suína mal passada não faz mal se for de qualidade

Outro fato que circula bastante na culinária brasileira é que a carne suína só pode ser consumida bem cozida e que se estiver mal passada faz mal para a saúde. O temor acontece porque a carne suína contaminada pode realmente transmitir doenças. Mas, desde que a carne seja de qualidade e certificada pelo Ministério da Agricultura, não há riscos de contaminação. De acordo com o gerente técnico de suínos da Alegra, indústria de alimentos derivados da carne suína, Fabricio Penaforte Borges, a qualidade do produto deve começar já na criação dos animais. “Quando a empresa segue os pilares do bem-estar animal, como é o caso da Alegra, a produção é monitorada desde a criação dos animais e passa por um controle rigoroso que garante a procedência, qualidade e, consequentemente, valor nutricional do produto final”.

Carne saborosa e de fácil preparo

Além de rica em nutrientes e com diversos benefícios para a saúde, a carne suína é um saboroso acompanhamento nas refeições. “Um wrap de pernil suíno desfiado com saladas, por exemplo, pode ser uma ótima opção para um almoço saudável e de fácil preparo”, finaliza a nutricionista.

Sobre a Alegra

A indústria de alimentos Alegra é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final, que utiliza as melhores carnes suínas.

Em 2017, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem- estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br.

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