A relação entre o consumo de açúcar e o rendimento esportivo

Um estudo coordenado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revelou um aumento no consumo de alimentos não saudáveis em dois dias ou mais por semana, principalmente de doces e chocolates, durante a pandemia pela Covid-19. De acordo com o levantamento, pratos congelados, chocolates e doces estão sendo 4% mais consumidos. Uma outra pesquisa encomendada pela WW Vigilante do Peso, em parceria com a empresa Opinion Box, aponta que 37% dos brasileiros ultrapassam a quantidade diária recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) de 25g de açúcar.

Mas a ingestão exagerada não passa despercebida pelo corpo humano, já que o consumo pode alterar o metabolismo aumentando a gordura abdominal e alterando os níveis do colesterol bom e ruim, pressão arterial e níveis de glicose no sangue. Para os praticantes de atividade física intensa, esportistas ou atletas, o alto consumo de açúcares tem efeitos imediatos, uma vez que impacta de forma direta no rendimento e performance dos treinos.

“A sacarose, ou seja, o açúcar branco, é nocivo para a saúde porque desencadeia diversos problemas, como o aumento da glicemia e da pressão arterial. Apesar de liberar o hormônio do prazer, ele inibe a saciedade. E pensando em performance esportiva, com certeza o açúcar branco vai ser prejudicial, por ser uma fonte de energia vazia. Não tem valor nutricional. Pode até proporcionar um pique inicial, mas ele vai se esgotar rapidamente e isso vai trazer um resultado negativo na performance”, explica Mariana Sampaio, nutricionista da Flormel, marca que produz e comercializa doces saudáveis e sem adição de açúcares.

 

 

Ainda de acordo com a nutricionista, a dica é sempre buscar fazer escolhas saudáveis. Não comprar por impulso, evitar que a influência do açúcar no paladar seja fator determinante na escolha alimentar, além de dar prioridade para as versões com menos açúcar no preparo.

“O ideal é que em vez de consumir doces e chocolates os atletas planejem uma dieta a base de carboidratos (macarrão, arroz, cereais), que vai fornecer energia de forma mais consistente. Outra dica legal é sempre escolher produtos sem adição de açúcar. Por exemplo, nossos produtos são adoçados com adoçantes naturais, a exemplo da tradicional cocada, feita com 75% de coco in natura, adoçada com taumatina, que tem o poder de doçura bem maior que o açúcar comum e é 100% natural. Além do nosso chocolate adoçado com a stévia, outro adoçante natural, que também é uma ótima opção para ‘matar’ aquela vontade de comer um docinho, sem prejudicar o rendimento” declara a nutricionista.

Mariana também destaca que os tabletes da marca são certificados pela Associação Nacional de Atenção ao Diabético (ANAD), que podem ser consumidos com segurança por diabéticos e outras pessoas que desejam manter um estilo de vida mais saudável e equilibrado.

 

Sobre a Flormel

Fundada em 1987, na cidade de Franca em São Paulo, a Flormel traz a proposta de uma alimentação mais prazerosa e consciente. Comercializada em todo o Brasil, o propósito da marca é reconectar as pessoas com a vida natural, sendo uma vida sem filtros e com menos artificialismos. É um modo de viver simples, leve e com prazer, que está enraizado em suas origens.

Assim, como os diferenciais, que é ousar com pioneirismo e ter cuidado único em todos os processos, a Flormel leva sabor com saúde em forma de chocolates, sobremesas e snacks em seu aspecto mais natural possível e tudo sem adição de açúcares para atender às mais diferentes necessidades alimentares e estilos de vida. É só coisa boa!

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