Construção civil da RMC tem saldo positivo

Campinas, 23 de Julho de 2018 – A construção civil da Região Metropolitana de Campinas (RMC) voltou a registrar saldo positivo em junho, após queda em maio. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, o setor, responsável por mais de 9% do Produto Interno Bruto (PIB) e segundo maior gerador de empregos, contratou 1.929 pessoas em junho. O número de demissões foi de 1.905, resultando em saldo positivo de 24 vagas. Foi o segundo mês do ano que o setor contrata mais que demite.
O saldo positivo na RMC foi puxado pela cidade de Paulínia, com 489 admissões, contra 88 demissões, resultando na abertura de 401 vagas no mês passado. Outros cinco municípios (Artur Nogueira, Cosmópolis, Engenheiro Coelho, Monte Mor e Santa Bárbara D’Oeste) também tiveram mais contratações que admissões no setor.
Campinas, maior município da RMC, fechou junho com 130 postos de trabalhos fechados (563 admissões contra 693 demissões). No entanto, o número foi bem menor em relação a maio, quando o saldo ficou negativo em 239 vagas (625 contratações e 864 demissões).
No acumulado do ano (de Janeiro a Junho), a construção civil na RMC tem saldo negativo com 1.210 postos. Pelos números do Caged, o setor contratou ao longo deste ano 11.232 trabalhadores, mas desligou 12.442
Para o presidente da Associação Regional da Construção de Campinas e Região (Habicamp), Francisco de Oliveira Lima Filho, o saldo positivo de junho ainda é pequeno diante do quadro desemprego em toda a região. Segundo o presidente da entidade, as perspectivas de melhora são boas, diante do grande número de lançamentos imobiliários em andamento. “?? importante lembrar que o prazo entre o lançamento e o início das obras de um empreendimento imobiliário é de três a cinco meses. Por isso projetamos um número maior de contratações ao longo dos próximos meses”, explica. Na RMC, mais de 20 empreendimentos imobiliários foram anunciados desde o início do ano, muitos deles com mais de 400 unidades residenciais. Além desse setor, existem obras industriais em andamento ou em fase de início das obras em diversas cidades.

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