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“Consignado Não É Golpe” chega a Campinas essa quarta

Depois de passar por Vitória, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, a campanha “Consignado Não É Golpe” chega a Campinas, nesta quarta-feira, 29. O movimento, criado para dar visibilidade aos correspondentes bancários que atuam de forma legal, vai promover um workshop para convidados, no hotel Premium, a partir das 20h.

O objetivo principal do movimento é mostrar ao Brasil que a categoria atua de forma legítima e profissional e que práticas ilegais ocorridas no mercado não representam a forma como a maioria dos correspondentes trabalha. E para chamar a atenção para o setor que atua de maneira legal e correta, o movimento está percorrendo algumas das principais capitais brasileiras em um motorhome. Campinas é a única cidade fora das capitais que integra o roteiro do movimento. Depois de Campinas, o movimento segue para Florianópolis.

Yasmin Melo, fundadora do Movimento Gigantes do Consignado, CEO da Phyllon Aceleradora e uma das organizadoras do evento, explica que a ideia da campanha é levar inovação, oferecer mecanismos que contribuam com a capacitação da categoria e debater pautas que estão no dia a dia do setor. “Com esta iniciativa, queremos compartilhar experiências, antecipar tendências e aproximar os participantes das novidades que estão movimentando o mercado”, comenta Yasmin.

Ao lado de Yasmin, também vão estar representantes da Cia do Crédito e Lucas Araújo, CEO e um dos fundadores da Phyllon Aceleradora. Ele apresentará aos correspondentes bancários participantes dos eventos as vantagens que a aceleradora oferece ao mercado de crédito, como cursos de capacitação, suporte nas operações e serviços diversos, como treinamento de equipe. A Phyllon é uma startup financeira.

 

Mercado de crédito

O Brasil tem mais de 1,5 milhão de correspondentes bancários, responsáveis por quase 50% do crédito consignado liberado no país.  O crédito consignado é um dos mais baratos e acessíveis à população, mas apesar das vantagens a modalidade é vista com desconfiança.

“A classe de correspondente bancário tem se multiplicado pelo país e tornou-se a principal forma de bancarizar um público até então esquecido pelas grandes instituições financeiras. Mas infelizmente, por conta de erros de uma minoria, toda a categoria é perseguida e diariamente temos que combater esta insistente campanha instalada contra o setor”, afirma.

Com a campanha “Consignado Não É Golpe”, os organizadores esperam dar mais visibilidade à categoria e mostrar que a maioria atua com responsabilidade e ética.

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