Comércio varejista tem queda em outubro

O volume de vendas do comércio varejista teve queda de 0,9% de setembro para outubro deste ano, segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O recuo ocorreu depois de uma alta de 0,3% observada em setembro, na comparação com o mês anterior.

Na média móvel trimestral, o comércio teve queda de 0,4%. Nos outros tipos de comparação temporal, no entanto, o comércio teve as seguintes altas: na comparação com outubro de 2016 (2,5%), no acumulado do ano (1,4%) e no acumulado de 12 meses (0,3%).
Dos oito setores pesquisados, cinco tiveram queda no volume de vendas de setembro para outubro, com destaque para outros artigos de uso pessoal e doméstico (-3,5%). Os demais setores em queda foram tecidos, vestuário e calçados (-2,7%), móveis e eletrodomésticos (-2,3%), artigos farmacêuticos, médicos e de perfumaria (-0,7%) e supermercados, alimentos, bebidas e fumo (-0,3%).
Três atividades tiveram alta: combustíveis e lubrificantes (2,4%), livros, revista e papelaria (2,4%) e equipamentos e material de informática, escritório e comunicação (3,4%).
O comércio varejista ampliado, que também inclui os resultados dos setores de veículos e materiais de construção, teve queda de 1,4% de setembro para outubro. Os veículos, motos, partes e peças recuaram 1,9% e os materiais de construção, 1%.
Nos outros tipos de comparação temporal, o varejo ampliado teve os seguintes resultados: média móvel trimestral (-0,2%), comparação com outubro de 2016 (7,5%), acumulado do ano (3,2%) e acumulado de 12 meses (1,4%).
Receita nominal
A receita nominal do comércio varejista apresentou queda de 0,5% de setembro para outubro e altas de 0,1% na média móvel trimestral, 1% na comparação com outubro do ano passado, 1,9% no acumulado do ano e 2,1% no acumulado de 12 meses.
Já a receita do varejo ampliado caiu 1,4% de setembro para outubro e avançou 0,1% na média móvel trimestral, 5,4% na comparação com outubro de 2016, 3,1% no acumulado do ano e 2,5% no acumulado de 12 meses.
Com informações da Agência Brasil

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