Câmara aprova contas Omar Najar de 2017 com folga

Os vereadores de Americana aprovaram, nesta quinta-feira, as contas do ex-prefeito Omar Najar (MDB) do ano de 2017. As contas receberam parecer contrário do Tribunal de Contas.

As contas foram aprovadas com 16 votos. Votaram contrariamente as contas de Omar os vereadores Gualter Amado (Republicanos), Leonora Périco (PDT) e Professora Juliana (PT).

NIURI. Secretário de Negócios Jurídicos do governo Omar, Niuri usou a tribuna para fazer uma breve defesa do governo Omar. Niuri falou, principalmente, da situação da prefeitura herdada por Omar pós Diego De Nadai. (vídeo na íntegra abaixo).

DEFESA. Usando palavras como gratidão e reconhecimento diversos vereadores saíram em defesa de Omar pontuando principalmente seu trabalho de resgate financeiro do município. O principal argumento foi justamente a forma como Omar “recebeu” a prefeitura do governo Diego.

Fizeram a defesa de Omar os vereadores Marcos Caetano (PL), Juninho Dias (MDB), Vagner Rovina (PV), Dr. Daniel (PDT), Leo da Padaria (PV), Nathália Camargo (Avante), Thiago Brochi (PSDB), Silvio Dourado (PL)

, Lucas Leoncine (PSDB) e Vagner Malheiros (PSDB).

CONTRÁRIOS. Gualter Amado (Republicanos) foi um dos que usaram a palavra de forma desfavorável a Omar Najar. Gualter deu exemplos como a demissão dos probatórios, licitação de transporte escolar, baixo índice do Indeb, além de atacar o número de funcionários comissionados. “O Omar teve o mérito dele, mas não seguiu as regras. O Tribunal de Contas é um órgão fiscalizador e não trabalha com suposições. Houve irregularidades sim e as justificativas do município não foram suficientes para o Tribunal reverter o parecer”, disse Gualter.

Já Professora Juliana, que também usou a palavra para justificar seu voto contrário, afirmou que seu voto foi baseado justamente no parecer do Tribunal. “Somos leigos em relação a isso, então eu respeito muito o trabalho do Tribunal de Contas”, disse a petista. Juliana ainda pontuou a falta de investimento em políticas sociais na gestão Omar.

Leonora não justificou seu voto contrário.

 

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