Com 7%, têxteis desistem de greve

Em nova reunião, solicitada pelo Sinditec (Sindicato Patronal das Indústrias Têxteis), foi fechado o Acordo Coletivo com as entidades representantes dos trabalhadores da região. O índice de correção dos salários, piso e auxílio creche será de 7%, sendo 4% retroativo a 1º de novembro e 3% a partir de 1º de janeiro. A multa pela não implantação do PPR será reajustada em 8%. 
O acordo finaliza as negociações e evita que a questão seja resolvida na Justiça do Trabalho, através de dissídio. ???O acordo fechado não foi o que pretendíamos. Mas avançamos um pouco, se compararmos com o ano passado. Naquela ocasião o reajuste dos salários aconteceu somente a partir de janeiro. Agora, conseguimos um aumento de 4% retroativo a 1º de novembro. Este índice estará na folha novembro e dezembro, no 13º salário e em eventuais férias que os trabalhadores terão no final do ano???, comentou o presidente do Sindicato Têxtil de Americana, Antonio Martins.
Antes da reunião com o setor patronal, os sindicalistas estudaram com seus departamentos jurídicos a questão do dissídio. Foi ponderado que o recesso da Justiça levaria o agendamento da primeira mesa redonda para fevereiro ou março e, não havendo acordo, o desfecho poderia demorar até o meio do ano ou mais. ???Defendi o dissídio até o último momento.  Mas precisamos reconhecer que a demora seria prejudicial aos trabalhadores, que poderiam ficar sem nenhum reajuste até ocorrer a decisão da Justiça???, explicou Martins.

???Os trabalhadores precisam ficar atentos. As empresas, obrigatoriamente,  tem de pagar os salários reajustados a partir de 1º de novembro. Se isto não ocorrer procurem o Sindicato para tomarmos providências???, finalizou o presidente.

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