Com 47 casos de dengue, Nova Odessa tem arrastão

A Secretaria de Saúde da Prefeitura de Nova Odessa retirou na região central, durante o arrastão realizado no último sábado (10), mais de 1,5 tonelada de objetos que serviam de criadouros de larvas do mosquito Aedes aegypti, transmissor dos vírus de doenças como dengue, zika e chikungunya.

De acordo com a encarregada do Setor de Zoonoses da Prefeitura, a veterinária Paula Faciuilli, durante a atividade, 285 residências foram vistoriadas pelas equipes da Prefeitura. Apenas oito casas estavam fechadas e outras 17, desocupadas.

“Este arrastão foi novamente um sucesso. Foi possível retirar um caminhão lotado de objetos que serviam de possíveis criadouros. Durante a ação, em três casas, localizamos larvas do mosquito Aedes aegypti. Isso nos preocupa, e é fundamental que a população faça constantemente limpeza em seu quintal e recolha qualquer tipo de objeto que possa acumular água. Esse arrastão, com o recolhimento de materiais, auxilia ainda mais esse importante trabalho preventivo”, avaliou Paula.

A encarregada de Zoonoses alertou ser “fundamental que a população dos demais bairros colabore, mantendo os quintais limpos e eliminando possíveis criadouros” – em resumo, qualquer recipiente ou objeto inservível que possa acabar água limpa e parada. “A redução de criadouros ainda é o melhor método para se prevenir a proliferação de mosquitos e das doenças transmitidas por eles”, disse Paula, ressaltando que 80% dos criadouros são “domésticos”, ou seja, estão nas moradias das pessoas.

Casos

Até agora em 2021, a Vigilância Epidemiológica Municipal confirmou 47 casos positivos de dengue no município. “A ocorrência de chuvas e temperaturas altas cria um clima propício para proliferação do Aedes aegypti. Por isso, a população tem que ser aliada na eliminação de recipientes que acumulam água, principalmente os pequenos depósitos, como potes, latas, pneus, plásticos, entre outros”, ressalta a coordenadora da Vigilância Epidemiológica.

No próximo sábado, dia 17, vai continuar o arrastão pela região central. “A região é grande e esperamos realizar mais 300 visitas domiciliares. Contamos com o apoio da população”, destacou. Os munícipes que identificarem possíveis criadouros em terrenos baldios também devem comunicar o Setor de Zoonoses da Prefeitura, pessoalmente ou por meio do telefone (19) 3466-3972.

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