Privatização dos postinhos. Candidatos respondem o que pensam

Um decreto publicado nesta terça-feira (27) permite que o Ministério da Economia realize estudos para a inclusão das Unidades Básicas de Saúde (UBS) dentro do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República (PPI). O PPI é o programa do governo que trata de privatizações, em projetos que incluem desde ferrovias até empresas públicas. O NM perguntou aos candidatos a prefeito da região o que pensam do assunto.

Marcos Fontes/PSL Santa Bárbara d’OestePreciso amadurecer o entendimento em relação a essa questão.

Tiago Lobo/PV Nova Odessa- Sou contra! O SUS é considerado um dos melhores sistemas de saúde do mundo, tem seu problemas devido ao tamanho e diferenças existentes em nosso país, mas deve ser apenas ser aperfeiçoado!

Kim/SD AmericanaA saúde pública não é um negócio para obter lucro. Devemos priorizar a vida das pessoas.
Defendemos a modernização do sistema para melhor atender a população. O prontuário digital e a telemedicina já podem ser implantados, sem precisar vender o SUS. Basta ter experiência e competência para fazer diferente.
Vamos fazer em Americana e virar referência nacional

Giovana Fortunato/PDT Americana–  Privatizar setores do SUS é absolutamente equivocado. Espero que nosso presidente reveja esse decreto. O SUS, criado em 1979, é um marco civilizatório da nossa nação e uma conquista do povo brasileiro, além de ser uma referência mundial de saúde gratuita e universal ao trazer igualdade no atendimento entre pobres e ricos. O mundo todo referencia o SUS, inclusive profissionais respeitados dos Estados Unidos que debatem sobre nosso sistema como modelo de retaguarda pública de saúde.

Neste ano de pandemia, o SUS está sendo de suma importância e, até momento, vitorioso no combate ao Covid-19, principalmente ao atender o povo mais carente.

Lurdinha Ginetti/PT Americana- Sou completamente contra a privatização do SUS, bem como de todos os serviços essenciais. Defendo os serviços de saúde pública gratuito e universal, como a única forma de responder as demandas da sociedade, o que ficou muito evidente na experiência que tivemos com a Pandemia do covid-19. Somente o Estado tem condições de enfrentar as situações de contaminação em massa no país, lembrando que os cidadãos e cidadãs tem direito a saúde.

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