Axiomas e questões a respeito de Erudição

1. Esquerdistas e revolucionários não são contraposições à erudição. 

2. Eruditos de direita gostam de falar de Friedman, Shakespeare, Musil, Karl Kautsky, Virgílio, Homero, Kant e outros para dizer que são superiores e portanto portadores da mais fina verdade.
3. Um conservador que se preze deve ser erudito, gostar e cultivar a ‘velha cultura’, a boa formação.
4. Jazz é erudito? Talvez por não ter sido tão popular, pode alcançar esse status. 
5. Em algum momento, (parte d) o pop se torna cult, mas cult não é erudito. Cult parece ser um estágio para que algo tende a ser visto como do campo da erudição no futuro.
6. A arte vai se transformando no tempo. Tem que impactar, chocar, revolucionar. Depois criar paradigmas e depois maturar até virar erudita.
7. Parece que o tempo pós moderno ‘acelerou’ o conceito de erudito e nas pesquisas por imagens estão lá Andy Wharol, Picasso e, pasmem, Romero Brito. Que dizer de Botero ou mesmo da literatura de cem anos atrás.
8. O rápido avanço de um pop mundial também criou uma cultura universal do que é erudito- que não necessariamente converge para o exótico (tipo a nossa world music)
9. Não chegaremos tão rapidamente ao centro da produção do erudito, mas vamos nos aproximar dela na medida que consumirmos e formos capazes de produzir esta cultura mais afeita à alta burguesia.

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