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Assinatura de bicicleta elétrica vai pegar no Brasil?

A E-moving, primeira e a maior startup de assinatura mensal de bicicleta elétrica no Brasil, abriu a captação de investidores via SMU Investimentos, plataforma que mais captou investimentos via Crowdfunding no Brasil em 2020. O montante captado servirá para a aceleração da empresa em quatro pilares estratégicos: contratação de pessoas, expansão, tecnologia da informação e marketing. “Queremos que a expansão da E-moving mude a relação da sociedade com a bicicleta, tornando seu uso mais acessível e democrático”, destaca Gabriel Arcon, CEO e founder da E-Moving.

As principais montadoras já oferecem assinatura mensal de carros, e algumas delas já apostam também na venda de e-bikes, exemplos da Jeep, Mercedes-Benz, Peugeot e BMW. A bola da vez pode ser a assinatura mensal dessas e-bikes e a E-Moving é a primeira empresa a oferecer este tipo de serviço.

Em 2020, a empresa estima que foram realizadas 400 mil viagens e 2.400 milhões de km rodados pelo total de sua base de clientes. “Atuamos dentro de um mercado com enorme potencial e ainda inexplorado: 80% dos trajetos feitos são de até 8km, o que é considerado uma distância totalmente bicicletável, ou seja, facilmente percorrida por meio de uma bicicleta elétrica”, ressalta Arcon.

Com a meta de captar R$ 1,6 mi, a empresa quer aumentar o time de atendimento e mecânicos; expandir sua capilaridade com abertura de novas praças; melhorar a experiência do usuário no site, aumento dos pontos de carregamentos e IoT nas bikes, e, por fim, maior exposição da marca online e offline, investimento em growth, awareness de marca e CRM.

Os números comprovam isso: a startup estima que exista pelo menos 100.000 clientes potenciais só na cidade de São Paulo. Além disso, houve aumento de 69% na pesquisa de ciclovias por meio do Google Maps em 2020, e no tráfego de bicicletas nas ciclovias, com registro de aumento de até 248% em São Paulo e 277% no Rio em 2020, de acordo com o aplicativo Strava. Dentro deste cenário, a meta da E-moving é agressiva: a empresa quer triplicar seu tamanho até 2022.

Na pandemia que se iniciou em 2020 não foi diferente: segundo uma pesquisa do Datafolha/Uber, a pandemia do COVID-19 trouxe profundas mudanças na forma como as pessoas se movimentam pelas cidades. No levantamento, 38% dos brasileiros que não possuem veículo próprio acreditam que a bicicleta é o meio mais seguro para se locomover, empatado com aplicativos como Uber (35%), que vem logo em seguida, seguido de táxi (9%) em terceiro e o transporte público, que atingiu apenas 4% de preferência na opinião dos entrevistados.

A E-Moving já recebeu rodadas de investimentos, e atualmente tem a Movida e a Smartfit como investidores atuais. “Nós investimos em todas as rodadas, pois acreditamos em cada empresa de nosso portfólio. Para selecionar as empresas que captam conosco, nós fazemos  uma análise criteriosa e a E-moving é uma empresa com um  time altamente qualificado, além de possuir grande potencial de escalabilidade e uma real necessidade de  mobilidade, principalmente em cidades como São Paulo”, destaca Rodrigo Carneiro, CEO da SMU Investimentos.

Sobre a E-Moving

No mercado desde fevereiro de 2015, a E-moving nasceu com o intuito de transformar a mobilidade urbana e levar mais qualidade de vida para as pessoas por meio do aluguel de bicicletas elétricas. Desde então, a startup vem crescendo de tamanho: inicialmente com 10 bicicletas para locação, hoje a empresa conta com uma frota de 900 e-bikes no total de 650 clientes, entre pessoas e empresas como Empiricus, Hagana e Microsoft, entre outras.

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