Artigo: Somos todos Americana

Foto- Enio Padilha
“Como é perigoso libertar um povo que prefere a escravidão!”

O que faz um político não gostar de política? De outro modo por que a política raramente elege pessoas honestas?  Bem, faltam poucos dias para acontecer às eleições municipais em todo o País. E Americana não é exceção. Realmente por aqui na terra do “Tio Sam” brasileiro, as coisas não vão indo muito bem. Das trevas surgiram criaturinhas da velha politicalha que jaz no mais profundo esquecimento dos mortais. Um deles após termino do mandato, agraciado pelo seu antecessor desapareceu nas cinzas e sumiu do nosso arredor e convivência. Surfou sobre os feitos do outro, do que herdou politicamente nada restou. Como meio de sobrevivência voou para os braços dos tucanos da capital e mesmo assim o que remanesceu de útil, foi uma condenação que ainda paira sobre si. Por que, creio que existe um tribunal para todos nós: homens livres ou não!? Outro ainda pior, sonhava o poder infinito. De vereador a deputado… E ser prefeito era uma questão de tempo. Porém houve uma imensa e devastadora onda de destruição que atingiu em cheio a cúpula do seu partido, e todos sem exclusão foram pegos com a mão na botija quer seja financeira, quer seja ideológica. Todos ficaram estarrecidos. Apesar dos fieis companheiros as grandes lideranças do partido foi encolhendo, encolhendo… E nos dias atuais somam a outros desamparados. Pouco, representam ao nosso povo que clama por justiça.  Estamos divididos, ora querendo crucificar o Cristo, ora malhar o Judas. Entretanto, quem vive de passado é museu. Há entre nós mortos e vivos politicamente, mais mortos do que vivos. Realmente o momento é de superação. Mas tomar partido, comprometer o fio do bigode não é para qualquer um. ?? preciso caráter comprometido com a luta de classes que acontece a todo tempo que compreende a nossa vã existência. Poucos são os homens de verdade, poucos são os políticos que da política não querem levar vantagens e honrarias. Quanto ao bom senso, esse fica para os fracos! Já o futuro é privilégio dos fortes. Quanto ao destino de Americana, não resta dúvidas, que ele será promissor quanto mais próspero forem seus cidadãos. Com ou sem governo, com ou sem prefeito distanciado da iniciativa popular ou comprometido com os pobres e menos favorecidos!
Paulo César Cassin 

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