Artigo: Nesta casa, Deus está!

Com o título do Hino à Basílica Santuário de Santo Antônio de Pádua, ressaltamos a grandeza de significados que brotam deste singular e último momento de preparação à Solene Celebração de Elevação.

Nosso Senhor ao se dirigir aos freqüentadores do Templo de Jerusalém, que era como que o coração do povo judeu e o ícone de sua religião, o assume em sua própria Pessoa. Em Cristo, Templo Vivo, nós contemplamos a glória do Pai e o adoramos em espírito e verdade.
Fica então sinalizado que, ao ser instalada a Basílica Santuário de Santo Antônio de Pádua de Americana, Cristo é o verdadeiro lugar de adoração a Deus. Nele está a sabedoria que buscamos e a salvação que esperamos.
Pelo Batismo fomos consagrados e o Espírito de Deus passou a habitar em nós e nos tornamos templos de Deus.
Decorre, portanto que, a Basílica Santuário é a Casa onde Deus está, por abrigar, recolher e acalentar os filhos e filhas do Pai Amado que, ao expressar sua fé comum, exala o perfume desta amorosa presença em gestos de afeto e cordialidade.
Nosso empenho comunitário em restaurar nossa Basílica que passa a ser a Casa do Papa, torna visível nossa pertença e fé e eleva nossos corações a uma maior e mais plena sintonia com o Senhor da História. Prova de nosso zelo, respeito e responsabilidade pela preservação de nossa história, pela fidelidade ao decoro da Sagrada Liturgia, seu maior e mais belo adorno é a misericórdia, suas cores seguem o tom da alegria e vivacidade, marca registrada de nossa comunidade, formada pela doçura de nossas crianças, o dinamismo e energia de nossos adolescentes e jovens, pelo exemplo de nossas famílias e pela jovialidade e gratuidade de nossos idosos.
No dia 30 de novembro às 10 horas, instala-se nossa Sacrossanta Basílica Santuário, que tem como Mãe a Virgem das Dores, Padroeira de nossa Diocese de Limeira, o sustento dos Apóstolos Pedro e Paulo, sob o perene auxílio de Santo Antônio de Pádua, Amado Padroeiro da cidade de Americana e constituída como Solo Pontifício.
O momento inspira a gratidão sincera ao ontem de um itinerário fortemente marcado pela ousadia e fidelidade ao Evangelho, notadamente expressos no testemunho de todos os nossos Párocos e dos fiéis leigos, que escreveram esta centenária história.
Aos operários da Vinha do Senhor dos dias de hoje, os nossos agentes pastorais, no seu robusto ardor, apresenta-se, pois, a tarefa de um empenho missionário de maior alcance.
Sejamos todos, esmerados nas celebrações litúrgicas, das mais simples às mais solenes, realçando a dignidade do mistério de Cristo, pautados por uma sólida espiritualidade litúrgica, peritos no acolhimento aos fiéis peregrinos de perto ou de longe, no apreço à musicalidade litúrgica, no gosto pelo canto gregoriano, na fidelidade diária à Oração da Igreja e à Eucaristia, atraídos constantemente ao sacramento do Perdão, tornando ainda mais visível a Igreja que formamos pela partilha do pão e da vida. 

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