Artigo: Calamidade ou liberalidade adminstrativa

Não há como cuidar bem do que não se gosta. Se não gostar de povo, não estará, por óbvio, apto para cuidar dele.
-Ismar Viana 
Afora as presepadas e mentiras do prefeito Omar Najar, em só contratar técnicos e funcionários de carreira para cargos de relevância na Administração Pública, e não agentes políticos como os senhores Orestes Camargo Neves (saúde) e Odair Dias (Meio Ambiente), vamos dissecar um pouquinho o tal decreto funesto: maléfico, nocivo, nefasto, lesivo, infesto, grave, danoso, fatal, prejudicial, maligno e pernicioso… De Calamidade Pública: 
A dificuldade para pagar salários e honrar compromissos levou o município de Americana a decretar calamidade financeira, mesmo com um orçamento de R$ 612.212.395,77 no ano de e 2016, as contas não fecharam e o déficit desse ano ficou em R$ 46,8 milhões. 
Todavia, agora começa entrar recursos do IPTU e em seguida do IPVA, etc. Mas o que nos intriga é que para consagrar esse ato político/decreto de calamidade financeira, é necessário a aprovação pela Assembleia Legislativa do estado!? Sem dúvidas o tal decreto é um ato unilateral do prefeito. E como fica a Câmara de Vereadores? Que tem a função primordial de fiscalizar o poder executivo?
“O principal receio é de que o decreto encoraje os gestores a praticarem “liberalidades”, como reduzir salários ou firmarem contratos com dispensa de licitação de forma indiscriminada.” Além disso, no caso de Americana por obcecação ou por neurose obsessivo-compulsiva, demitir concursados! 
“A adesão dos municípios ao decreto de calamidade financeira ??? que ganhou projeção após ser adotado pelo Estado do Rio de Janeiro em junho, e depois pelo Rio Grande do Sul e por Minas Gerais ??? é crescente. Para o economista Paulo Brasil, especialista em orçamento e finanças públicas, o número de municípios em calamidade financeira deve ser maior que os 62 divulgados, tendo em vista que os 5,6 mil espalhados pelo país estão em situação “extremamente crítica”. 
Segundo ele, os municípios foram criados no Brasil com uma estrutura inchada e extremamente dependente dos repasses dos Estados e da União. Além disso, as administrações municipais sempre burlaram exigências da LRF, que impõe que os gastos tenham como teto a arrecadação.
??? Se começar a perder o prumo, a União pode se ver obrigada a adotar um modelo intervencionista para que o cidadão não seja punido em serviços básicos, como saúde e educação ??? afirmou.
Finalmente, a aberração do decreto de calamidade Omar Najar, já em seu Art. 1º extrapola a paciência de qualquer munícipe: Fica decretado estado de calamidade financeira no âmbito do Município de Americana, pelo prazo de 120 (cento e vinte) dias a partir da publicação deste Decreto, prorrogáveis, a critério do Poder Executivo, enquanto não ocorrer o equilíbrio das contas públicas.
“Nada me chateia mais do que ouvir um político dizer que não devemos criar alarme social. A sociedade tem de estar alarmada, que é a sua forma de estar viva.” – Saramago , José. 
FORA OMAR NAJAR, O POVO N??O AGUENTA MAIS! 
PAULO CESAR CASSIN

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