Análise. Qual o papel do PT em Americana

Com votação muito ruim nas duas eleições de outubro no plano nacional, estadual e local, o PT de Americana preferiu ‘lavar as mãos’ e não seguir o que seria o mais sensato- buscar lançar um candidato e marcar posição para a eleição. 
As opções eram se curvar ao empresário Omar Najar (PMDB) e ao PSDB ou não fazer nada e assistir a eleição. Sem condições de engolir o PSDB, o que venceu mesmo a opção de ver o pleito ao longe.
CENÁRIOS- 2015 vai começar com o PT muito limitado em Americana. Sem o mandato do deputado estadual Antonio Mentor (vence em março), o partido vai se rearranjar para olhar para 2016 com mais ânimo do que olhou para estas eleições suplementares. Uma vitória de Najar vai fazer com o PT se articule com a oposição e busque acertar mais do que este ano.
MARCAS AO VENTO- Em caso de vitória do atual prefeito, Paulo Chocolate (PSC), o PT vai poder se apropriar das marcas do governo federal e se organizar como segunda força no governo por 2 anos. Com 3 vereadores e um governo que precisará de apoio, caberá ao PT compor e buscar se reerguer na cidade- tendo como âncora as marcas do governo federal.

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